TAG: Eu amo Nova York

Ola, tudo bem com vocês? Eu espero que sim! Só passando pra avisar que tem vídeo novo no canal, respondendo a TAG criada pela linda da Martha, do blog New York and About.

Espero que gostem!

PERGUNTAS DA TAG:
Quanta vezes já foi pra Nova York ?
Uma comida que te lembra a cidade?
Um mico que pagou em NY?
Uma atração turística clichê que não voltaria?
Uma atração bem turística mas que iria de novo?
Estação do ano que foi e uma estação que ainda quer viver em NY?
3 lugares favoritos pra visitar?
Um lugar que te surpreendeu conhecer?
1 restaurante que amou?
Hotel, albergue ou Airbnb?
Lugar que te fez lembrar de um filme ou seriado?
Complete:
O metrô em NY é….
A Times Square é…
Você não pode voltar de nova York sem…
Nova York é…

Mãe, eu sou mulher

Mãe, quando eu tinha 8 anos de idade todos os meninos da escola faziam graça com o meu nome, me davam apelidos e me diminuíam.

Eu nunca fiz nada, e até ai tudo bem. Mas aos 10, mãe, eu aprendi a me defender, e ai, ouvi pela primeira vez a frase “Você tem que agir como uma menina”. Mas o que, pra eles, era agir como uma menina? Apanhar em silêncio? Ver meus sentimentos sendo destraçados sem piedade e não fazer nada?

Mãe, aos 14 anos alguém me falou “Você deve ser lésbica, afinal, nunca teve um namorado”. Na época isso me ofendeu, hoje em dia eu penso, quem me dera ser, poder viver cercada dessa raça maravilhosa que somos nós, as mulheres, mas afinal, por que eu precisaria de um homem pra ser considerada MULHER?

Aos 15, mãe, eu virei mulher, e mesmo amando, e mesmo feliz, eu ouvi “Nenhum homem direito vai te querer agora”, e mãe, eu me pergunto, essa frase deveria mesmo me afetar tanto? Porque eu não senti nada.

Aos 18 eu aprendi que a vida esta ai pra ser vivida. Eu vivi. E eu descobri, das piores formas possíveis, que eu não podia pegar um ônibus sozinha a noite para ir para a balada, porque minha saia era contra as regras de vestimenta noturna. Descobri que não podia entrar na balada sozinha, porque todos no lugar me olhariam torto e os homens cairiam matando como se eu fosse carne em uma churrascaria. Descobri que se eu viajasse sozinha, andasse sozinha, comprasse sozinha, vivesse sozinha, eu estava dando direito total a estranhos para se apropriar e abusar de mim.

Mas eu nunca entendi o porquê, mãe. Eu chorei, eu pensei, eu tentei entender, eu aprendi a viver. Aprendi a carregar uma faca na mochila para ir pra escola as 6 da manhã, aprendi a usar um sobretudo para ir pra balada, mesmo que depois eu tivesse que pagar chapelaria, aprendi a fingir que estou no telefone com o meu namorado quando estou sozinha na rua e algum estranho passa ao meu lado, aprendi a olhar pra baixo e seguir caminho quando alguém me fala coisas grotescas na rua, porque se eu me defender, algo ainda pior pode acontecer, mas por que, mãe? Eu preciso entender.

E hoje, eu entendi.

É por que eu sou guerreira, sou forte, sou independente, sou inteligente e cheia de vida, vou atrás dos meus sonhos e não desisto até alcançar meus objetivos, muitas qualidades, não é mesmo? Mas aparentemente nada disso importa, mãe, porque eu nasci MULHER.

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Feliz dia internacional da mulher pra cada uma de vocês, batalhadoras, guerreiras, que lutam dia após dia para um mundo justo e seguro para cada uma de nós. Nós merecemos, e nossa luta não é só hoje, mas todos os dias!

Travel to: New Orleans

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Hello, hello! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim! Semana passada eu fiz uma roatrip louca de ultima hora pra cidade mais medieval dos EUA, New Orleans. Pra vocês terem uma noção, eu moro a 8 horas dirigindo de NOLA, nós saímos de Tampa as 11 da noite de sexta feira, chegamos em NOLA por volta das 7 da manhã de sábado, e voltamos para Tampa no domingo de manhã, mas devido a muitas paradas no caminho, só chegamos na Flórida de volta por volta da meia noite.

Mas enfim, New Orleans é uma cidade linda, e que pode sim ser explorada em um dia, ou dois, se você tiver mais tempo do que eu tive, então nesse post eu vou compartilhar um modelo de roteiro de 2 dias em NOLA com vocês, pra ajudar vocês a aproveitarem aquela cidade linda ao máximo!

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Dia 1: Comece o dia tomando café da manhã em um dos cafés mais clássicos e famosos de NOLA, o Cafe du monde, peça um café ou um chocolate quente, mas não deixe de pedir o famoso donut, que de donut não tem nada, parece um grostoli, bem açucarado e com uma massa super macia e gostosa, vale cada centavo, e aliás, é super baratinho, gastei em média 6 dólares em um chocolate quente e 3 donuts.

Dica: vá antes das 9 da manhã, o café é 24h, então não se iluda com as cadeiras viradas e as mesas vazias, se entrar, ele vai estar aberto e você vai evitar as filas GIGANTESCAS que se formam após as 9 da manhã.

Logo ali na mesma quadra do Cafe, vocês vão encontrar uma igreja linda, e muito famosa na cidade também, chamada St. Louis Catedral. Deem uma volta por lá, tirem umas fotos maras, entrem lá dentro, ela é linda e vale muito a pena alguns minutos do teu dia.

Ai vocês já podem ir direto para o querido, requisitado, amado, French Market, ele abre as 10, então você pode ficar dando uns roles pelas ruas se estiver sobrando tempo, porque NOLA sempre tem umas casas lindas pra fotografar. E ai no French Market você pode gastar até 1 ou 2 horas, eu fiquei questão de 2 minutos, mas não foi por opção minha…

Então passeiem, olhem tudo, comprem, provem os quitutes, comprem uma bonequinha voodoo, e aproveitem o mercado antes que lote também.

Ai você já pode ir pra uma das melhores partes do dia, o almoço! Eu aconselho comer um dos pratos típicos da cidade, qualquer lugar, inclusive o French Market, vendem o famoso Gumbo, e os aperitivos de jacaré. Então vocês podem fazer a festa por lá mesmo, ou escolher qualquer restaurante nas redondezas.

O resto do dia é de sua preferência, mas eu vou listar abaixo alguns dos pontos que vocês não podem deixar de visitar:

Garden District – Eu não fui, mas queria muito ter ido. As casas tem uma arquitetura INCRÍVEL e o lugar rende fotografias fenomenais.

Louis Armstrong Park – Não tem nada pra fazer lá também, mas é um parque muito famoso, e da pra tirar umas fotos incríveis (como todos os lugares em NOLA).

Visite um cemitério – sim, pode parecer bem macabro, e na verdade é. Mas os cemitérios em NOLA são muito famosos por serem cenário de momentos históricos da bruxaria e até mesmo terem muitas bruxas famosas enterradas em alguns deles. Eles tem até um tour guiado, e pago, por um dos cemitérios mais famosos da cidade.

Museu da 2ª Guerra Mundial – também não visitei, mas amo história e a segunda guerra, então visitem por mim, POR FAVOR!

Centro histórico – Se você for até o canal street ferry terminal e pagar míseros 2 dólares, um barco te leva para o outro lado de New Orleans, o lugar não tem nada demais, além do fato de parecer completamente abandonado, ser muito legal pra gravar um filme de terror, e ter as casas mais fofas do mundo. Mas super vale a pena conferir aquele lado da cidade e dar um role de barco pelos míseros 4 dólares de ida e volta.

Placa LOVE – O famoso letreiro LOVE de NYC também esta em New Orleans, ele fica no jardim do New Orleans Museum of Arts. Vale a pena conferir. Também tem muitas outras esculturas legais, mas estava rolando um casamento no dia e a gente ainda implorou pra poder tirar foto com o LOVE hahahah

Passe a noite na Bourbon Street – outra coisa importante que também não fiz, estava morta demais no fim do primeiro dia pra ter forças pra ir pra uma das únicas ruas dos EUA onde você pode beber livremente, na rua, sem esconder, como no nosso lindo e livre Brasil. Pessoal diz que vale muito a pena passar a noitada lá, então recomendo!

E minha indicação de hospedagem da vez é o hostel SITE 61! O lugar é FABULOSO. Valor super em conta, uma localização super okay se você estiver dirigindo, mas durante o dia também tem transporte nos arredores, super limpinho e organizado, com café da manhã, uma área externa super bacana pra socializar com os outros hospedes, enfim, em um geral, ficamos lá uma noite e foi uma experiência super positiva, RECOMENDO.

Dica: Vocês podem encontrar hostels pelo app Hostelworld, ou pelo site de mesmo nome.

Tentem dividir essas coisas todas em dois dias, porque a gente fez grande maioria e mais muita caminhada em apenas um dia, e no fim estávamos mortas com farofa.

cuplover_arabescoGastos: 75 dólares pelo aluguel do carro por 3 dias;

55 de gás (valores já divididos entre 4 pessoas);

37 dólares por uma noite no hostel;

40 dólares de comida em geral, todas as refeições;

10 dólares de lembrancinhas da cidade.

cuplover_arabescoEntão é isso, espero que vocês aproveitem essa cidade maravilhosa!

Review | Santa Clarita Diet

kOlá, tudo bem com vocês? Semana passada uma nova série do Netflix VIRALIZOU entre os seriadores do mundo todo (e qual série do netflix não esta viralizando ultimamente não é mesmo?), e essa se chama Santa Clarita Diet. A série é protagonizada pela minha atriz preferida de todo os tempos, vulgo Drew Barrymore e por um ator que eu nunca ouvi falar na vida, mas já me apaixonei desde o primeiro episódio, chamado Timothy Olyphant. Primeiramente imaginem a Drew Barrymore em um seriado, vários episódios, ou seja, muita Drew Barrymore, ai já temos motivos o suficiente pra amar essa série, mas vamos pra parte que interessa…

santa-clarita-dietSinopse: Sheila (Drew Barrymore) e Joel (Timothy Olyphant) são dois corretores de imóveis que compartilham muito mais do que a mesma profissão. Casados e com uma filha adolescente, eles estão descontentes com a vida que levam em Santa Clarita, no subúrbio de Los Angeles. O destino deles começa a mudar quando Sheila passa por uma mudança radical.

Opinião: Quando eu vi sobre o que a série se tratava eu jurei que odiaria, não seria mais do que uma série de humor negro apelativa, sem pé nem cabeça, apenas com atores muito bons que tentariam salvar a audiência. Mas depois de dois minutos eu simplesmente não consegui mais parar de assistir até terminar a temporada. Os atores realmente salvam a série, a história por si só, é realmente bem sem pé nem cabeça (espero que na segunda temporada eles consigam colocar os pés e a cabeça na história, porque eles estavam quase lá), mas o fato de que você não consegue parar de rir um minuto que seja, te prende de uma forma jamais vista e te faz assistir episódio atrás de episódio. Em uma escala de 0 a 10 eu daria nota 5 por história e 10 por qualidade de interpretação e comédia, porque como eu já disse, essa série é cômica.

Indicada pra todas as pessoas que querem rir a toa por horas a fio!

Contraindicada para pessoas com estomago fraco, que tenham medo/nojo de sangue, e para pessoas que estejam comendo (por favor não comam assistindo essa série, eu cometi esse erro apenas uma vez e já foi uma lição e tanto)!

Review | The OA

capa-the-oaOla! Tudo bem com vocês? Semana passada eu conclui a primeira temporada de uma das novas apostas do Netflix, a série The OA, da qual vocês já devem ter ouvido falar, porque ela viralizou na internet em questão de dias, assim como Stranger Things.

sdadaSinopse: Prairie Johnson é uma garotinha cega que desaparece. Sete anos depois, ela retorna, com a visão perfeita. A jovem (Brit Marling) tenta explicar aos pais o que aconteceu durante a sua ausência. Para a surpresa de todos, ela diz que nunca realmente se foi, mas estava em outro plano da existência… Num lugar invisível.

Opinião: A história vai muito além do que essa sinopse vaga que o Netflix escreveu. O enredo é realmente a vida da Prairie, mais conhecida como OA, que volta pra casa depois de 7 anos desaparecida, enxergando perfeitamente bem (o que é considerado um milagre porque ela era cega). Depois do seu retorno pra casa ela reúne 4 pessoas randoms (3 alunos de ensino médio e uma professora) e ela começa a ter encontros diários com essas pessoas para contar a sua história de vida (a qual até então ela não tinha contado pra ninguém). E então a temporada toda se desenvolve entre mostrar o passado e tudo o que aconteceu na vida da Prairie desde o dia que ela nasceu, até os 7 anos em que estava desaparecida, e o presente, como a vida dos estudantes, a vida dela com a família e a aceitação na sociedade.

Eu digo que essa série é MUITO trip porque você precisa realmente estar prestando atenção pra entender o que esta acontecendo, quem inventou essa história esta mais do que de parabéns, porque é original e simplesmente fantástica. Eu confesso que esperava muito mais do final, já que a série toda me deixou em uma pilha de nervos pra saber do final. Mas as últimas palavras do último episódio ainda conseguem te deixar morrendo de ansiedade pela segunda temporada.

Então no fim das contas, eu super recomendo essa série pra vocês, não desistam dela nos primeiros 4 episódios, porque eles podem ser bem entediantes, mas eu juro que depois fica melhor e você vicia. Assistam e me falem o que vocês acharam!

PS: não esperem nada muito alucinante do final, se não você vai se desiludir!

PS 2: Acabei de descobrir que a protagonista também foi a criadora da história, ooooh bixinha destruidora mesmo, hein?

 

Vlog: Final de semana em NYC

Olá olá olá! Finalmente saiu no canal o vlog dos meus 2 dias em NYC, eu tentei gravar tudinho pra vocês, e no final acho que consegui capturar por cima o sentimento que eu tive nessa viagem curtinha!

Já tem post aqui no blog contando detalhadamente todo o meu roteiro e tudo que eu fiz no meu tempo aqui, então se quiserem qualquer outra informação sobre valores, ou dicas de viagem, vocês vão encontrar tudo nesse post!

Espero que gostem do vídeo!

Travel to: New York City

HELLO, HELLO! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim! Quem me acompanha no instagram e no Snapchat sabe que no último final e semana eu viajei para NYC, e muitas meninas me pediram o roteiro que eu fiz pra poder ver tudo em dois dias, como foi me virar sozinha com transporte, quarto, quanto eu gastei e etc, e é isso que eu vou contar pra vocês nesse post.

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Sexta-feira, 13 de janeiro

Eu cheguei em NYC na sexta feira, dia 13, as 22:10 da noite, no aeroporto Newark, que na verdade fica em NJ. Eu estava sozinha, então tive que pegar um ônibus, um metro e um trem pra chegar até a cidade de White Plains, onde minha amiga mora e onde eu passaria aquela primeira noite. Posso garantir que com ajuda do nosso querido Google Maps e sem vergonha de pedir ajuda pras pessoas, você consegue se virar tranquilamente, mesmo sendo sua primeira vez na cidade ou sua primeira vez pegando trens e metros. Cheguei em White Plains a 1 da manhã, tenham muito cuidado se não forem ficar em NYC, porque a Grand Central, lugar onde você pega os trens, fecha as 2 da manhã, e você não vai querer ficar lá até o outro dia.

Sábado, 14 de janeiro

No sábado nosso plano era acordar cedinho e ir pra city pra começar nosso roteiro, mas como eu cheguei a 1 da manhã, acabamos acordando as 9, e só chegamos na cidade umas 11 da manhã. Encontramos algumas amigas, paramos pra almoçar no lugar mais requisitado das au pairs (McDonalds), e depois fomos para o SoHo (na minha opinião não vale a pena perder tempo com o SoHo a não ser que você pretenda fazer compras, porque são apenas varias lojas chiquérrimas em um bairro bonitinho, e não tem nada pra fazer). Ficamos no SoHo até as 2 da tarde, quando começou a nevar e eu quase tive um ataque cardíaco de tanta felicidade. Depois fomos para o West Village, apenas e somente para pegar as chaves do Airbnb que a gente tinha alugado pra sábado a noite. Todos esses caminhos curtos entre um lugar e outro nós fizemos com Uber, que saiu mais em conta já que estávamos em quatro pessoas.

Após isso a gente foi para a casa que alugamos no Upper West Side, 4 min andando do Central Park (do lado errado do Central Park, porque os pontos turísticos ficam todos LÁAAAA do outro lado). O plano depois disso era ir para o Central Park fotografar, mas depois que chegamos na casa e tiramos as meias molhadas e os casacos, decidimos deixar pro outro dia (DICA DO DIA: não sejam procrastinadoras como nós fomos, não deixem a preguiça te dominar, ou perderão um dia todo como nós perdemos o sábado).

Ai para encerrar o sábado nós fomos para uma balada  no Webster Hall, onde ia rolar o show do Alok (o melhor DJ brasileiro que você respeita). Pra chegar lá pegamos um metro e um Uber, aproximadamente 30 min de viagem utilizando os dois meios. A festa foi das 22h as 4 da manhã, custou 25 dólares já com as taxas, e foi demais!

Domingo, 15 de janeiro

Como chegamos as 4 da manhã da balada, acordamos MORTAS lá pelas 9 da manhã, nos arrumamos e fomos para o Central Park, em 2 min eu já tinha derrapado no gelo 3 vezes e minhas meias já estavam encharcadas, então saímos do parque sem nem tirar fotos, nem nada, e fomos para o MET (famosa escadaria de Gossip Girl), fotografamos e já seguimos direto para o Brooklyn, mais especificamente a Brooklyn Bridge (fui idiota novamente porque no meu roteiro eu tinha colocado aquela rua topssima do Brooklyn onde tu tira foto com a ponte no fundo, e na hora esqueci e fomos para a ponte mesmo, que não era o que eu queria). E depois da ponte já fomos para a Times Square (sim, nem mesmo andamos pelas ruas do Brooklyn, chateadíssima), e acreditem ou não, não tiramos NENHUMA foto na Times (minhas amigas tavam de mal com a vida porque foram dormir as 4 e acordaram as 8 só por minha causa hahahahah) e como já eram quase 4 da tarde e meu voo de volta era as 7 da noite lá em NJ, resolvi já pegar a estrada de volta pra dona Flórida!

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Pontos Visitados

Como vocês viram a gente procrastinou muito, então só fizemos: SoHo, Brooklyn Bridge, Grand Central, MET e mal e porcamente Central Park e Times Square.

Se você quiser seguir o roteiro original que eu tinha feito, eu tenha certeza que você consegue.

Sábado seria: SoHo, Little Italy, Central Park, lojas em geral

Domingo: Estátua, Brooklyn, Times Square

E outros pontos que eu queria ter visitado eram o prédio de Friends (to tristonha que não fomos), a rua da Brooklyn Bridge no Brooklyn, e obviamente os pontos do Central Park (estatua da Alice, monumento ao John, a fonte Bethesta, essas coisas todas)

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Dinheiro

Passagem de avião Tampa/Newark: 150 dólares

Transporte (trem/metro/ônibus/uber): 71 dólares

Quarto Airbnb no Upper West Side por uma noite: 77 dólares com o desconto de primeira locação, sem o desconto ficaria 100 dólares, como dividimos em duas, ficou 38 dólares pra cada

Comida: 39 dólares (Pringles pra viagem porque comida de aeroporto é CARÍSSIMA, almoço sábado e domingo no Mc e janta de sábado no SevenEleven, ou seja, nada de explorar a culinária local)

Balada/Show: 25 dólares

Chapelaria da balada + bebida: 7 de chapelaria e 6 de um energético porque né, sou au pair hahaha

No total não gastei mais que 200 dólares, incluindo estadia, comida e transporte. Também não comprei NADA lá, nem roupa, nem calçado, nem lembrancinhas. Também confesso que fui pega de surpresa com o valor do transporte, especialmente dos trens, e acabei gastando um pouco mais que o planejado, mas tudo dentro dos limites.

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Ideias de fotos pra quem pretende ir pra city ainda no inverno:

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cuplover_arabescopor: Fernanda Tomás