Vlog: Final de semana em NYC

Olá olá olá! Finalmente saiu no canal o vlog dos meus 2 dias em NYC, eu tentei gravar tudinho pra vocês, e no final acho que consegui capturar por cima o sentimento que eu tive nessa viagem curtinha!

Já tem post aqui no blog contando detalhadamente todo o meu roteiro e tudo que eu fiz no meu tempo aqui, então se quiserem qualquer outra informação sobre valores, ou dicas de viagem, vocês vão encontrar tudo nesse post!

Espero que gostem do vídeo!

Travel to: New York City

HELLO, HELLO! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim! Quem me acompanha no instagram e no Snapchat sabe que no último final e semana eu viajei para NYC, e muitas meninas me pediram o roteiro que eu fiz pra poder ver tudo em dois dias, como foi me virar sozinha com transporte, quarto, quanto eu gastei e etc, e é isso que eu vou contar pra vocês nesse post.

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Sexta-feira, 13 de janeiro

Eu cheguei em NYC na sexta feira, dia 13, as 22:10 da noite, no aeroporto Newark, que na verdade fica em NJ. Eu estava sozinha, então tive que pegar um ônibus, um metro e um trem pra chegar até a cidade de White Plains, onde minha amiga mora e onde eu passaria aquela primeira noite. Posso garantir que com ajuda do nosso querido Google Maps e sem vergonha de pedir ajuda pras pessoas, você consegue se virar tranquilamente, mesmo sendo sua primeira vez na cidade ou sua primeira vez pegando trens e metros. Cheguei em White Plains a 1 da manhã, tenham muito cuidado se não forem ficar em NYC, porque a Grand Central, lugar onde você pega os trens, fecha as 2 da manhã, e você não vai querer ficar lá até o outro dia.

Sábado, 14 de janeiro

No sábado nosso plano era acordar cedinho e ir pra city pra começar nosso roteiro, mas como eu cheguei a 1 da manhã, acabamos acordando as 9, e só chegamos na cidade umas 11 da manhã. Encontramos algumas amigas, paramos pra almoçar no lugar mais requisitado das au pairs (McDonalds), e depois fomos para o SoHo (na minha opinião não vale a pena perder tempo com o SoHo a não ser que você pretenda fazer compras, porque são apenas varias lojas chiquérrimas em um bairro bonitinho, e não tem nada pra fazer). Ficamos no SoHo até as 2 da tarde, quando começou a nevar e eu quase tive um ataque cardíaco de tanta felicidade. Depois fomos para o West Village, apenas e somente para pegar as chaves do Airbnb que a gente tinha alugado pra sábado a noite. Todos esses caminhos curtos entre um lugar e outro nós fizemos com Uber, que saiu mais em conta já que estávamos em quatro pessoas.

Após isso a gente foi para a casa que alugamos no Upper West Side, 4 min andando do Central Park (do lado errado do Central Park, porque os pontos turísticos ficam todos LÁAAAA do outro lado). O plano depois disso era ir para o Central Park fotografar, mas depois que chegamos na casa e tiramos as meias molhadas e os casacos, decidimos deixar pro outro dia (DICA DO DIA: não sejam procrastinadoras como nós fomos, não deixem a preguiça te dominar, ou perderão um dia todo como nós perdemos o sábado).

Ai para encerrar o sábado nós fomos para uma balada  no Webster Hall, onde ia rolar o show do Alok (o melhor DJ brasileiro que você respeita). Pra chegar lá pegamos um metro e um Uber, aproximadamente 30 min de viagem utilizando os dois meios. A festa foi das 22h as 4 da manhã, custou 25 dólares já com as taxas, e foi demais!

Domingo, 15 de janeiro

Como chegamos as 4 da manhã da balada, acordamos MORTAS lá pelas 9 da manhã, nos arrumamos e fomos para o Central Park, em 2 min eu já tinha derrapado no gelo 3 vezes e minhas meias já estavam encharcadas, então saímos do parque sem nem tirar fotos, nem nada, e fomos para o MET (famosa escadaria de Gossip Girl), fotografamos e já seguimos direto para o Brooklyn, mais especificamente a Brooklyn Bridge (fui idiota novamente porque no meu roteiro eu tinha colocado aquela rua topssima do Brooklyn onde tu tira foto com a ponte no fundo, e na hora esqueci e fomos para a ponte mesmo, que não era o que eu queria). E depois da ponte já fomos para a Times Square (sim, nem mesmo andamos pelas ruas do Brooklyn, chateadíssima), e acreditem ou não, não tiramos NENHUMA foto na Times (minhas amigas tavam de mal com a vida porque foram dormir as 4 e acordaram as 8 só por minha causa hahahahah) e como já eram quase 4 da tarde e meu voo de volta era as 7 da noite lá em NJ, resolvi já pegar a estrada de volta pra dona Flórida!

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Pontos Visitados

Como vocês viram a gente procrastinou muito, então só fizemos: SoHo, Brooklyn Bridge, Grand Central, MET e mal e porcamente Central Park e Times Square.

Se você quiser seguir o roteiro original que eu tinha feito, eu tenha certeza que você consegue.

Sábado seria: SoHo, Little Italy, Central Park, lojas em geral

Domingo: Estátua, Brooklyn, Times Square

E outros pontos que eu queria ter visitado eram o prédio de Friends (to tristonha que não fomos), a rua da Brooklyn Bridge no Brooklyn, e obviamente os pontos do Central Park (estatua da Alice, monumento ao John, a fonte Bethesta, essas coisas todas)

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Dinheiro

Passagem de avião Tampa/Newark: 150 dólares

Transporte (trem/metro/ônibus/uber): 71 dólares

Quarto Airbnb no Upper West Side por uma noite: 77 dólares com o desconto de primeira locação, sem o desconto ficaria 100 dólares, como dividimos em duas, ficou 38 dólares pra cada

Comida: 39 dólares (Pringles pra viagem porque comida de aeroporto é CARÍSSIMA, almoço sábado e domingo no Mc e janta de sábado no SevenEleven, ou seja, nada de explorar a culinária local)

Balada/Show: 25 dólares

Chapelaria da balada + bebida: 7 de chapelaria e 6 de um energético porque né, sou au pair hahaha

No total não gastei mais que 200 dólares, incluindo estadia, comida e transporte. Também não comprei NADA lá, nem roupa, nem calçado, nem lembrancinhas. Também confesso que fui pega de surpresa com o valor do transporte, especialmente dos trens, e acabei gastando um pouco mais que o planejado, mas tudo dentro dos limites.

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Ideias de fotos pra quem pretende ir pra city ainda no inverno:

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cuplover_arabescopor: Fernanda Tomás

 

 

 

 

 

 

Solidão

O tempo cura, o vento leva, é o que me foi dito

Todos os males que sofri, e que tenho sofrido.

E  é tão engraçado como o vazio preenche

Cada pedacinho do nosso corpo inconsciente.

Procurar amor em cada pessoa na rua,

mas depois descobrir que são todas frias, e cruas.

A gente não sabe o que tem até o dia que perde

a gente não ama quem ama a gente, isso não é coerente.

Me disseram um dia pra não ficar onde não sou aceito

mas o que a gente faz quando não se tem mais jeito?

– Fernanda Tomás

Sobre 2016

Sei que já gravei um mini vídeo pro canal falando como eu me sinto a respeito desse ano que se passou, mas eu sei que me saio muito melhor com palavras escritas, e sei que ainda tenho muito mais coisas pra falar, então aqui estamos, falando sobre 2016.

Eu nunca tive tanto pra falar sobre um ano da minha vida. Até 2015, eu sempre estive na escola, sempre tive um namorado, nunca vivi muitas aventuras e nem me arrisquei a fazer muitas coisas novas. Sempre vivi na zona de conforto e sempre estive bem com isso. Mas 2016 foi diferente, e sou muito grata por isso.

Em 2016 eu resolvi mudar os trilhos da vida, sair da rota pré planejada onde eu deveria sair da escola e entrar na faculdade, e embarcar em uma nova aventura.

Em agosto de 2016 a menina do RS que fala “leite quente” e toma chimarrão todo fim de tarde com a família, a mesma que nunca saiu da casa da mãe, a não ser pra morar com o pai, entrou em um avião pela primeira vez, e embarcou sozinha, pro outro lado do mundo.

Foi difícil me adaptar a tudo. A saudade castiga. Quem vê de fora acha lindo, um sonho, “como ela é sortuda por estar lá”, “não pode reclamar de nada, afinal, muitos gostariam de estar no lugar dela”, “se é pra sofrer que seja nos EUA”, essas são apenas algumas das frases que a gente escuta todo santo dia na nossa vida de estrangeiro.

Mas é tudo uma ilusão. A gente viaja, a gente é feliz por breves finais de semana, por uma semana de férias, pelo tempo que esta com os amigos, mas e o restante? E a vida por trás das fotos? E o choro de madrugada por não sentir que pertence aquele lugar e por sentir que ninguém realmente gosta ou se importa contigo?

E esse papinho de “se é pra sofrer que seja nos EUA”, não meus amigos, a frase correta é “se for pra sofrer, que seja ao lado de quem você ama, pra receber um abraço e uma palavra amiga”, essa sim é a frase certa. E metade das pessoas que “dariam qualquer coisa pra estar no nosso lugar” não aguentariam essa barra nem por metade do tempo que a gente aguenta.

Mas 2016 não foi de todo o ruim. Foi sim um ano de descobertas, um ano de novidades, de sonhos se realizando, de viagens, de crescimento pessoal, de memórias que vão ficar comigo pra sempre, foi um dos melhores anos da minha vida no quesito experiências. Eu sai da zona de conforto, e isso é algo que merece um premio. Mas 2016 também não foi um mar de rosas, e é isso que eu vim trazer pra vocês nesse texto.

Não olhem pra grama do vizinho, aproveitem o que vocês estão vivendo, no momento em que estão vivendo. Eu, Fernanda, e muitas outras au pairs ao redor do país, dariam TUDO, eu disse TUDO pra passar o natal no calor do Brasil comendo uva passa e ouvindo os parentes chatos falando besteira, e trocariam toda a vida americana pra poder abraçar quem a gente ama na virada do ano.

Façam 2017 valer a pena, não importa onde vocês estejam. E qual é o meu objetivo pra esse ano? Começa com B  e termina com L, e a sua bandeira é verde e amarela. Logo logo eu to de volta minha terra natal!

Feliz ano novo!

Review | Animais Fantásticos e onde habitam

hahahaOla! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim!

Hoje vim fazer o Review MAIS ESPERADO DO ANO, por mim pelo menos, do filme MAIS ESPERADO DO ANO, por mim também, que é nada mais nada menos do que ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM. Que pra quem não sabe é o primeiro de 5 filmes que se passam no mundo bruxo de Harry Potter, mas contaram histórias totalmente diferentes e independentes.

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Sinopse: O excêntrico magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) chega à cidade de Nova York levando com muito zelo sua preciosa maleta, um objeto mágico onde ele carrega fantásticos animais do mundo da magia que coletou durante as suas viagens. Em meio a comunidade bruxa norte-america, que teme muito mais a exposição aos trouxas do que os ingleses, Newt precisará usar todas suas habilidades e conhecimentos para capturar uma variedade de criaturas que acabam fugindo.

Opinião: O que dizer de um filme roteirizado e dirigido pela criadora de todo esse universo bruxo? Não podia ser mais perfeito. Se eu já amava a J.K. antes desse filme, depois dele eu poderia pedi-la em casamento.

A história é de uma complexidade absurda, mexe com a sua cabeça do inicio ao fim, te faz ver como o mundo de Harry Potter por si só era pequeno, limitado e egocêntrico. Esse filme roubou meu coração desde a primeira cena, e me fez querer ficar sentada na cadeira do cinema e morar naquele sentimento pra sempre.

Dessa vez não vemos a história de um menino que só se mete em confusão e depois é recompensado por tirar todo mundo da confusão onde ele mesmo os colocou. Dessa vez vemos uma história revolucionaria, vimos um mundo mais adulto, onde qualquer ato pode tirar o mundo trouxa e bruxo dos trilhos, vimos problemas reais e somos apresentados a um mundo muito diferente e distante de Hogwarts. Estamos na América, conhecemos o estilo de vida e como funciona o mundo bruxo do outro lado do mundo, e deixamos Hogwarts e a Inglaterra no passado.

Eu me apaixonei por cada um dos personagens, por cada uma das criaturas (na verdade eu queria trazer todas pra casa como animais de estimação), me apaixonei pela fotografia, pelo figurino, pela forma como eles conseguiram colocar uma pitada de comédia aqui e ali de uma forma tão natural e gostosa, sequei minha reserva de lágrimas com as perdas, com as histórias contadas, com a história de cada personagem, com os relacionamentos criados entre os 4 protagonistas.

Esse filme abriu os meus olhos pra como o mundo bruxo pode ser explorado de formas MARAVILHOSAS, de como Harry Potter não é nem uma faísca do que o mundo bruxo pode nos proporcionar, esse filme veio pra nos mostrar que realmente podemos sim ter filmes se passando nesse universo, pra sempre, porque da mesma forma que podemos ter infinitos romances falando apenas sobre relacionamento homem/mulher, podemos ter muito mais filmes abordando centenas de milhares de histórias que se passam em cada esquina, em cada cidade, em cada época, do mundo bruxo.

Já falei demais, já me empolguei demais, e só queria dizer pra você que ainda não assistiu: TA PERDENDO TEMPO!

Rematch? E agora

Hoje eu vim trazer pra vocês o post mais detalhado possível sobre um assunto que muito interessa a toda e qualquer pessoa que é ou pretende ser au pair: Rematch.

Quando você sai do conforto da sua casa, do abraço daqueles que você ama, quando você desembolsa muitas vezes todo o dinheiro que você tem em algo, você espera receber em troca apenas dor e sofrimento? É claro que não, e é por isso que falar sobre a opção do rematch é tão importante.

Quando nós viemos pra esse país desconhecido, pra morar com pessoas desconhecidas, trabalhar, conviver, depender dessas pessoas pra tudo, muitas vezes não imaginamos a quantia incontável de problemas que podemos ter. Mas infelizmente esses problemas existem, e na maioria dos casos, infelizmente, eles acabam aparecendo, mais cedo ou mais tarde, e depende muito de você saber onde esses problemas passam do seu limite e se tornam insuportáveis.

A vida de au pair não é fácil, não se enganem achando o contrario, existem muitas coisas sim que nós temos que aguentar e seguir de cabeça erguida, porque isso faz parte do que nos disponibilizamos a viver aqui. Ter que cuidar de crianças muito difíceis e não poder repreende-las, pois deve seguir os métodos de educação propostos pelos pais, ter que muitas vezes dar satisfação de onde vai, com quem e quando volta, sendo que na maioria dos casos não fazíamos isso nem com nossos próprios pais, ter horário pra chegar em casa, o famoso toque de recolher, essas são coisas que a maioria das meninas, inclusive eu, tem que vivenciar diariamente, e acreditem, são coisas super normais e aceitáveis.

Então a pergunta é: quando pedir rematch?

Minha primeira dica é: esperem um mês. Se você acabou de chegar na família, e na primeira semana já pensou em pedir rematch por diversos motivos, ESPERE. Existe a grande possibilidade de você estar agindo e pensando com a influencia de um sentimento muito comum entre intercambistas: a homesick. Espere um mês, e se o sentimento continuar, se os motivos continuarem, se você ainda não se sentir melhor e mais confortável, ai sim pense na opção do rematch.

Agora, como eu sei que eu devo pedir rematch?

Existem casos e casos, mas agora vou citar os casos mais graves de rematch, onde muitas vezes as meninas acham que estão exagerando, e muitas vezes não pedem rematch, mesmo tendo todos os motivos para faze-lo.

Pergunte a si mesmo: Eu tenho acesso a alimentação básica? A todos os nutrientes necessários, legumes, pão, alimentos em geral? Eu tenho um quarto privado só pra mim? Eu estou trabalhando mais do que as 45 horas semanais e as 10 horas diárias, sem ganhar extras por isso e sem ter concordado com isso? Eu estou tendo problemas pra estudar ou ter uma vida social devido ao meu schedule? Algo que a família faz ou fala esta te prejudicando de alguma forma, física ou psicologicamente?

Essas perguntas podem parecer bobas, até mesmo estupidas, mas existem centenas de meninas que passam fome, que trabalham feito escravas, que limpam as casas de cabo a rabo, e acham que não estão fazendo mais do que sua obrigação, e isso NÃO É VERDADE.

Essas perguntas a cima, são amostras de motivos óbvios para o pedido de rematch, mas você também pode pedir pelo motivo mais óbvio de todos: EU ESTOU INFELIZ!

No vídeo abaixo eu conto detalhadamente os motivos porque EU pedi o rematch, e o meu motivo principal? EU ESTAVA INFELIZ. A soma de pequenas coisas na minha vida, na minha rotina, e principalmente no meu horário de trabalho, ocasionaram uma homesick monstruosa e uma tristeza gigantesca, e o rematch, esse bixo de sete cabeças, me trouxe luz, paz, aconchego e felicidade.

Sei que esse texto ficou gigante, então provavelmente se você leu ele até agora, é porque esta com a pulga atrás da orelha e não sabe se vale a pena ou não. E eu só tenho mais uma coisa pra te dizer: NINGUÉM nasceu pra sofrer, NINGUÉM sai do aconchego do lar pra ser maltratado, pra passar fome, ou pra ser infeliz. SEMPRE há algo melhor esperando por você. Largue a sua vida nas mãos de Deus, tenha fé, e ele vai colocar cada peça no seu devido lugar.

 

Presentes para a Host Family

Ola! Depois de um bombardeio de posts sobre filmes, finalmente eu trouxe um post que vocês me pediram muito, a muito tempo atrás, mas eu acabei deixando no fundo da gaveta e esqueci, que é o post sobre os presentes pra host Family.

Eu ia até gravar um vídeo sobre isso, mas como já faz tempo, já até mudei de família (e os presentes ficaram todos pra família antiga infelizmente, queria todos de volta), resolvi apenas fazer um post para acabar com esse assunto de uma vez!

Então vamos aos meus presentes!

dscn1073Esse foi um dos presentes pros meus meninos. Comprei esses três copinhos da turma da Mônica na 25 de março, se não me engano paguei 25 reais nos três (ou 15).dscn1074Esse tapa olho de avião eu também comprei na 25 de março, paguei 3 reais (esse foi pra hosta).img-20160728-wa0041Comprei três camisetas do Brasil no camelódromo da minha cidade, paguei 30 reais cada (comprei pras crianças e não comprei pra mim, que burra, só me quebro)!img-20160728-wa0045Esse chaveiro maravilhoso é o presente que eu mais queria ter pego de volta. Ele é feito de madeira e tem o nome da minha cidade escrito e o mapa do RS. Paguei 4 reais em uma loja da minha cidade.

Além desses presentes também comprei um  kit da natura de 30 reais pra hosta (outra coisa que queria pra mim hahah), um gibi da Turma da Mônica em inglês e uma caneca térmica pro hosto (mano, é feio querer tudo de volta pra mim? hahah).

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A caneca é essa, aquela clássica que todo host dad já ganhou na vida!

Então é isso, esses foram os meus presentes pra minha primeira host Family (e a única que ganhou presentes no caso)! Espero ter ajudado com ideias, já que em tudo isso eu acabei gastando bem menos do que as outras meninas geralmente gastam.