Review | You (Você)

Chegamos com mais um review recém saído do forno de uma das séries mais polemicas que eu já tive o prazer/desprazer de assistir nos últimos tempos: YOU (em português, VOCÊ).

3_netflix-you-trailerA série conta a história do simplório Joe (Penn Badgley), gerente de uma livraria, cujo objetivo na vida é encontrar uma pessoa que corresponda a suas expectativas, uma pessoa boa, melhor do que a maioria. Quando conhece Beck (Elizabeth Lail), ele acredita que encontrou o que procurava.

Sua paixão pela jovem escritora é quase que automática, mas desde o princípio ele demonstra hábitos excessivos de obsessão e perseguição, acompanhando a moça em todas as redes sociais assiduamente, checando os locais que ela frequenta, e no momento em que percebemos que ele sofre de sérios transtornos, descobrindo o seu endereço e passando horas a observando do lado de fora da janela (CREEPY ALERT!).

Vamos começar falando do elenco e dos personagens incríveis, mas ao mesmo tempo detestáveis que fazem a série ser tão boa quanto é. O elenco conta com grandes nomes como Penn Badgley, o Dan de Gossip Girl, Shay Mitchell, a Emily de Pretty Little Liars, John Stamos, nosso amado Jesse de Full House e Elizabeth Lail, que foi a Anna de Frozen em Once Upon a Time.

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Da esquerda para a direita: Elizabeth, Penn, Shay e John

Já os personagens por sua vez, me levaram a loucura absoluta. É bem difícil decidir pra quem você esta torcendo no decorrer da temporada, pois todos os personagens conseguem te fazer sentir ambos, ódio e amor, ou talvez ódio e piedade, porque amor é uma palavra muito forte.

YOU é uma das melhores séries dramáticas que eu já assisti na vida, além de abordar perfeitamente assuntos importantíssimos como relacionamentos abusivos, problemas psicológicos e amor próprio, ainda tem um final que não nos decepciona, mas também não nos satisfaz 100%, deixando aquele gostinho de quero mais.

Eu indico essa série pra todo mundo que pede a minha opinião, e agora estou indicando pra vocês. Se preparem para passar muita raiva, defender psicopatas em alguns momentos, odiar a mocinha e depois mudar de ideia de novo, porque essa série é uma montanha russa de emoções.

Confiram o trailer!

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Crítica de Orphan Black: Muito mais do que clones

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Da esquerda para a direita: Beth, Helena, Sarah, Alison e Cosima

A série estreou em março de 2013 e teve sua quinta e última temporada finalizada em agosto de 2017, mas foi apenas em outubro de 2018 que eu conheci essa obra prima da televisão.

Orphan Black é uma série de ficção científica que conta a história de um instituto (DYAD) que cria ilegalmente um programa de clonagem humana, chamado LEDA. Desse programa surgem centenas de seres humanos absolutamente idênticos, que foram espalhados ao redor do mundo.

A vida da protagonista, Sarah Manning, muda completamente quando ela desce de um trem e encontra com uma mulher idêntica a si mesma, Beth Childs, pouco antes da mesma se jogar nos trilhos de trem e morrer. Em um ato de desespero, Sarah rouba os documentos da até então desconhecida e assume sua vida (BIG MISTAKE!). E é aqui que ela nos introduz ao mundo dos clones, a Alison e a Cosima.

E o que falar sobre Tatiana Maslany? Magnificamente a atriz da vida a no mínimo 11 clones diferentes, cada um completamente diferente do outro e único do seu jeito. O núcleo principal é formado pelas “sestras”: Sarah, Helena, Alison e Cosima, além da Rachel, que é a antagonista por ter sido criada pelo laboratório e se achar superior a todos os outros clones, e outras personagens que conhecemos ao longo da história, como a alemã Katja, a manicure Krystal, o transexual Tony e a maga da internet MiKa, todos são interpretados por Tatiana.

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Sarah e Helena descobrem que são irmãs biológicas. As gêmeas são as únicas LEDAS férteis e que se mantiveram fora do sistema e sem monitores durante toda sua vida.

Saindo do clube dos clones, encontramos outros personagens tão importantes quanto as meninas, e que também roubaram nosso coração durante essas cinco temporadas. Entre eles estão Felix, o maravilhoso irmão adotivo da Sarah, com seu sotaque britânico, suas obras de arte e sua fidelidade a causa a qualquer custo; Arthur, ex parceiro da Beth na polícia, um dos personagens que mais ajudou desde a primeira temporada, se não fosse por ele nada teria acontecido; Siobhan, o hino de mãe adotiva da Sarah, que após algumas temporadas se revela uma guerreira feroz, uma mulher imbatível e determinada, uma das melhores personagens da trama; Donnie Hendrix, o marido da Alison, que no começo era só um idiota do subúrbio, mas depois se tornou o suporte e a ancora que manteve Helena e Alison com a cabeça no lugar e vivas; Delphine Cormier, a francesa que chegou para roubar o coração da nossa Cosima, e também para salvar a pátria, tipo, centenas de vezes, entre muitos outros.

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Da esquerda para a direita: Delphine Cormier, Arthur, Siobhan, Paul (outro personagem marcante) e Donnie Hendrix

Orphan Black é mais do que uma série sobre clonagem humana, é uma série sobre amor, sobre família, sobre mulheres idênticas fisicamente, mas completamente diferentes por dentro, que se encontram, e fazem umas das outras suas irmãs, e lutam umas pelas outras como se fossem uma só. Isso é o que torna essa série tão linda, as conexões, os elos entre os personagens e como eles nos levam para dentro da história e nos fazem sentir parte daquela família, daquele clube.

A última temporada nos deu exatamente o tipo de final que eu AMO, sabe aqueles finais bem estilo novela da Globo? Todas as respostas foram respondidas, tivemos um pequeno pulo no tempo e pudemos acompanhar como a vida de cada uma das “sestras” finalmente entrou nos eixos. Helena com seus gêmeos, os quais foram nomeados após os homens da sua vida, Arthur e Donnie, Alison retomando sua vida e vivendo o relacionamento lindo que ela tem com o Donnie, Cosima finalmente em paz com a mulher da sua vida, viajando mundo a fora curando as outras LEDAS e Sarah, oh Sarah, ainda tentando descobrir seu propósito no mundo e aprendendo a ser feliz.

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As “sestras” na última cena, onde Helena lê o livro das suas memórias, que ela nomeou de Orphan Black

Meu coração já esta partido de saudades de uma das melhores séries que eu já tive o prazer de assistir, mas agora tudo que eu posso fazer é recomenda-la para vocês! Espero que gostem, me agradeçam depois haha

Um estilo de vida chamado ‘Gilmore Girls’

Hoje eu vim falar pra vocês sobre uma das minhas séries preferidas da vida: GILMORE GIRLS (em português: tal mãe, tal filha)!

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O núcleo principal na maioria das temporadas

A série gira em torno da relação entre a mãe, Lorelai Gilmore (Lauren Graham), e a filha Rory Gilmore (Alexis Bledel). As duas vivem na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, onde encontramos personagens bem peculiares e onde se criam histórias incríveis.

Apesar do foco ser na dupla de protagonistas, ao longo das 7 temporadas da série, acompanhamos o desenvolvimento de todo um núcleo de personagens, como os avós da Rory, Emily e Richard Gilmore, socialites dos quais a filha, Lorelai, quer manter a maior distância possível, ou os três mocinhos que roubam o coração da Rory durante a série, Dean, Jess e Logan (um mais lindo que o outro).

Ao passar das temporadas somos apresentados a todos os tipos de cenários, tratando de praticamente todo assunto presente no cotidiano de uma pessoa, assim como família, romance, educação, amizade, ambições e decepções, divisões raciais, religiosas e de classes sociais.

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Da esquerda para a direita: Jess, Dean e Logan. Os namorados da Rory.

Como as próprias personagens diriam ‘Gilmore Girls não é apenas uma série, é um estilo de vida, uma religião’. Eu assisti as 7 temporadas em uma maratona incessável no Netflix, em meados de 2017. Decorei as falas, peguei as manias dos personagens e cantei a melhor música de abertura da histórias das músicas de abertura milhões de vezes.

Gilmore Girls te conquista desde a primeira temporada, e te mantem fiel até a última, ou melhor, até a temporada extra que saiu no Netflix em novembro de 2016, onde podemos ver a vida dos nossos personagens preferidos, anos depois do final de 2007.

Sem mais delongas, assistam ao trailer da série e ao trailer da nova temporada que saiu em 2016, A Year In The Life.

AAAAAAAAAAAH VOCÊS NÃO SABEM O QUÃO ANIMADA EU ESTOU DE COMPARTILHAR MINHA FORMA DE VIDA COM VOCÊS! Assistam, e eu espero que vocês amem tanto quanto eu ❤

Review | A Maldição da Residência Hill

MV5BMTU4NzA4MDEwNF5BMl5BanBnXkFtZTgwMTQxODYzNjM@._V1_ Abram alas para a melhor série de terror da história das séries de terror! A Maldição da Residência Hill estreou no dia 12 de outubro, na plataforma do Netflix.

A série conta a história de cinco irmãos (Shirley, Theo, Nell, Luke e Steven) que cresceram em uma mansão mal-assombrada, e são atormentados por isso pelo resto de suas vidas. Após a morte da irmã mais nova, os irmãos retornam a mansão para lutar com os fantasmas do seu passado, e isso nos proporciona algumas das melhores cenas da série.

Pra começar, a trama se passa em duas linhas de tempo diferentes, uma delas sendo a época em que a família se mudou para a casa, quando os irmãos ainda eram crianças e todo mundo era são. E a outra se passa no ‘presente’, com os irmãos já adultos, fora da casa.

Os cinco primeiros episódios da série nos introduzem a história e as coisas que acontecem na residência, e cada episódio foca em mostrar como cada um dos cinco irmãos viu os acontecimentos, lidou com a experiência traumática e seguiu em frente. Esses episódios abordam assuntos extremamente importantes e delicados, como assédio, vício e saúde mental. A-MAldição-da-Residência-Hill-Família-CrainTodo o elenco, tanto o infantil quanto o adulto, foi excepcionalmente bem escolhido, e os atores conseguiram com maestria nos envolver e nos trazer para perto, ou até mesmo para dentro da história. Nós nos apegamos, amamos e sofremos junto com cada personagem.

Após os cinco primeiros episódios focados em cada um dos irmãos Crain, o restante da temporada se desenrola ao redor da casa em si, em sua história e no que aconteceu na noite em que os Crain fugiram da mansão e que Olivia (a mãe) se suicidou.

Eu, Fernanda, odeio terror, e admito que nunca gostei tanto de uma série e me senti tão mal com o final quanto com A Maldição da Residência Hill. Eu sinto saudades, quero saber mais, chorei com a morte dos personagens, fiquei de queixo caído com as revelações dos últimos episódios, e sinceramente, gritei em VÁRIAS partes de tanto medo. Então, acho que só me resta falar uma coisa: ASSISTAM A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL, AGORA! Se você ainda não assistiu, não sabe o que esta perdendo.

Review | O Mundo Sombrio de Sabrina

     Vocês já ouviram falar da nova série do netflix que viralizou no mundo todo? Eu estou falando de O Mundo Sombrio de Sabrina, e se você ainda não ouviu, agora é a hora!
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     Primeiramente é importante ressaltar que sim, essa é uma série inspirada em Sabrina, a bruxa adolescente, aquela série que a gente via na Globo quando eramos bem novinhos e que teve filme, desenho animado e tudo que tem direito. Só que essa versão, como já diz o nome, explora uma história beeeem mais dark e assustadora.
     A série conta a história de Sabrina Spellman, interpretada pela MARAVILHOSA Kiernan Shipka, que nas vésperas de seu aniversário  de 16 anos, tem de tomar a maior decisão da sua vida, escolher entre o mundo das bruxas e o mundo dos mortais. Isso porque a Sabrina é filha de um bruxo com uma mortal.
     Vou começar dizendo que a fotografia dessa série é de tirar o chapéu. Sério, eu como leiga que sou, que entendo tanto quanto qualquer pessoa, talvez um pouco mais, sobre paleta de cores, ângulos e etc, posso dizer que aplaudi de pé a fotografia de Sabrina. Eles utilizaram na maioria das cenas uma técnica (que eu obviamente não sei o nome), que desfoca as laterais do vídeo, focando apenas no centro da tela. Confesso que no começo isso me deu um pouco de labirintite, mas com o passar dos episódios percebi que ainda deixava a série com um ar mais sombrio e assustador.
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     A paleta de cores e os tons usados também ajudaram muito a manter aquele clima de suspense e terror, eles focam muito no preto e no vermelho vibrante, deixando todas as outras cores menos saturadas e mais no segundo plano.
     Como eu era muito pequena, não me recordo direito se todos os personagens de o Mundo Sombrio de Sabrina estavam em Sabrina a bruxa adolescente, mas sei que pelo menos o grupo principal se manteve o mesmo. Sabrina, Hilda e Zelda Spellman, Harvey e Salem são personagens que continuam conosco desde a série de 1996, fora outros personagens incríveis que vão se desenvolvendo com a trama.
     No fim das contas eu assisti toda a primeira temporada em questão de dias e só posso dizer que super indico essa série pra todos vocês. O elenco, o enredo, a trilha sonora então, AH, é incrível! Fora as dezenas de cenas FENOMENAIS e BEEEM assustadoras que vão te fazer sonhar com Sabrina durante a noite.
     E um bônus disso tudo ainda é que futuramente teremos um crossover de Sabrina com nada mais, nada menos do que RIVERDALE! SIIIIM. E então, o que vocês estão esperando pra correr pro NETFLIX e maratonar essa série maravilhosa?

Review | Atypical

E ai, tudo bem com vocês? Hoje eu vim falar com vocês sobre uma das MELHORES séries que eu tive o prazer de assistir nos últimos tempos: ATYPICAL.Atypical_poster

Essa série esta na boca do povo há algum tempo, e quando recuperei meu celular, foi a primeira série que apareceu na minha lista de downloads do Netflix. E sou muito grata por esse acaso!

Atypical conta a história de um adolescente de 18 anos, diagnosticado com autismo. Mas diferente do que muitas pessoas imaginam, a série não foca apenas na doença, mas sim na rotina da família Gardner por completo. Sam, 18 anos, Casey, 16 e seus pais vivem uma vida tecnicamente normal, com os mesmos problemas de qualquer família norte-americana, e mais alguns bônus proporcionados pelo autismo.

A trama começa quando Sam resolve, influenciado pela sua psicologa, iniciar sua vida amorosa e procurar uma namorada. A partir dessa decisão ele começa a guiar sua vida para um rumo completamente diferente, buscando mais independência e autoconhecimento.

A primeira temporada foca no dia a dia da família, na busca de Sam por uma namorada e nos obstáculos que ele encontra no caminho para concluir esse objetivo. Sempre intercalando o foco entre os protagonistas, assim desenvolvendo melhor a história em geral.

Já na segunda temporada encontramos Elsa e Doug – os pais do Sam – no meio de uma crise em seu casamento. Encontramos uma nova Casey tentando se adaptar a uma nova escola e uma nova rotina e um novo Sam tentando se adaptar com a ideia da formatura, com sua nova independência e como ele irá lidar com ela.

Com pouquíssimo tempo disponível eu consegui assistir as 2 temporadas em menos de 2 semanas, então não percam tempo! Assistam o trailer e já corram pro Netflix ❤

Review Pretty Little Liars, o final: ‘Til DeAth Do Us Part’

Finalmente após 7 longos anos, uma das minhas séries preferidas finalmente chegou ao fim, e a paz finalmente reinou em Rosewood.

Pretty Little Liars foi a primeira série que eu assisti em toda aminha vida (fora as do SBT haha), e foi meu primeiro contato com o inglês, então, além de ser uma série que me acompanhou literalmente durante 7 anos da minha vida, ainda foi uma grande influencia pra mim chegar onde cheguei e aprender o que aprendi até hoje (obrigada PLL!). Dito isso, vocês podem entender o quanto eu estava ansiosa e o quanto eu esperei por esse último episódio. Então sem mais delongas, vamos falar sobre o que eu achei desse grande final.

145070_1562_-_h_2017Desde a primeira temporada, todos nos fazemos a mesma pergunta: QUEM É -A? Durante as 7 temporadas muitas pessoas diferentes deram vida a esse vilão, formando o Time -A, mas com o tempo descobrimos que existia um chefão, que no caso era a Cece Drake.

Até hoje eu mantenho a ideia de que o final perfeito pra série seria na época em que descobriram que a Cece era -A, e quando ela contou toda a sua história. Tudo se encaixou de uma forma tão perfeita, a história foi muito bem montada e fez total sentido, e realmente aquele seria o final perfeito… mas não foi.

Vocês lembram daquele maldito jogo de tabuleiro que quase levou as liars para a prisão (mais uma vez)? Então, o último episódio começa exatamente um ano após as meninas finalizarem o jogo.

Indo direto aos fatos, A.D. acaba sendo, ninguém mais, ninguém menos do que a irmã gêmea da Spencer. SIM, PASMEM, Spencer tem uma irmã gêmea, e lá vem PLL com suas teorias de gêmeos novamente. No fim das contas descobrimos que Mary Drake (lembram dela, a irmã gêmea da mãe da Ali?) era a mãe biológica da Spencer, e que quando ela deu a luz a Spencer, ela também deu a luz a outro bebê, que foi mandado pra Inglaterra ao invés de ser entregue aos Hastings. O nome dessa Spencer 2.0 é Alex, e ela acabou tendo uma vida muito difícil, em orfanatos, na rua, bares e etc (então pensa na revolta quando ela descobriu que tinha uma irmã gêmea com família, rica, amada e privilegiada?).

Alex descobriu da existência da Spencer através do nosso nem tão querido Wren (que nada fez nessa série além de incomodar). Wren apresentou a Alex pra Cece, elas viraram BFFS na época em que a Cece ainda era a dona do jogo, e após a sua morte, Alex resolveu se vingar e retomar o jogo até descobrir quem matou a irmã.

O que não se encaixou nesse quebra cabeças, na minha opinião, foi a forma como a Alex simplesmente não parecia ter inteligencia o suficiente pra jogar o jogo da forma que ela jogou. Sabe? Ela jamais teria capacidade o suficiente pra criar um tabuleiro que nem mesmo Caleb, Mona e Spencer juntos conseguiram decifrar. Ela simplesmente não convenceu como A.D., não da forma como a Cece fez, ou como a Mona teria feito, por exemplo.

Mas fora todos esses pontos sobre nossa revelação de quem é A.D., esse episódio só fez aumentar ainda mais a paixão e o respeito que eu tenho pela Troian Belissario como atriz. A mulher detonou mais uma vez, fazendo uma vilã perfeita, com sotaque britânico e tudo. Uma salva de palmas pra rainha de PLL, por favor!

Depois de algum tempo sendo A.D, Alex Drake decide que ela não esta mais satisfeita, e que simplesmente não é justo Spencer ter tudo que ela nunca teve. Então ela simplesmente decide tomar o lugar da liar, de uma forma ou de outra. Quando nós somos apresentados a Alex Drake, descobrimos que a Spencer de praticamente todo o episódio, na verdade era a gêmea malvada fingindo ser a Spencer. Após finalmente conseguir se livrar da Spencer e tranca-la em uma versão bem maior da casa de bonecas no subterrâneo, junto com a Mary, Alex finalmente toma a vida da liar por completo. Ela seduz o Toby (não só seduz né, se é que vocês me entendem),  vai nas reuniões com as meninas, até dorme na mesma cama que elas, comparece aos ensaios do casamento Ezria… Ah, e falando em casamento Ezria, ela SEQUESTRA o Ezra no dia do casamento, quando ele encontra com ela e desconfia que algo esta errado, fazendo assim nossa Aria chorar rios e imaginar que foi abandonada no altar pelo amor da sua vida (o que todos nós sabemos que seria impossível). Enfim, ela toma a vida da Spencer por completo, enquanto a de verdade apodrece em uma cela.

E COMO A SPENCER E O EZRA SAÍRAM DA ‘PRISÃO’? Um belo dia a Spencer da seu jeito e convence a Mary a entrar na sua cela pra lhe dar um abraço, e nesse momento, como em todo filme clássico de Hollywood, ela rouba um grampo de cabelo, que futuramente libertaria ela e o Ezra de suas celas (o negócio era todo tecnológico e abriu com um grampo, vai entender).

E COMO AS LIARS, TOBY E COMPANHIA DESCOBRIRAM QUE A SPENCER QUE ESTAVA COM ELES NÃO ERA A SPENCER DE VERDADE? Acreditem ou não, nossa salvação foi a Jenna (e em partes o cavalo da Spencer, que simplesmente deu PT quando a Alex tentou chegar perto dele, levantando as suspeitas do Toby lá no teto). Como todos sabemos, a audição e o olfato de pessoas com deficiência visual são muito aguçados, sendo assim, logo na primeira vez que a nossa ceguinha preferida encontrou com a Alex na rua, ela de cara percebeu que aquela não era a Spencer, e ligou pro Toby pra contar a descoberta.

Por algum motivo desconhecido, ele acreditou nela e não achou que era loucura, e foi compartilhar a informação com as liars, que também não acharam loucura… vai entender. E em uma velocidade surpreendente, eles chegaram a conclusão de que, assim como a mãe dela, Spencer também tinha uma irmã gêmea, e de que ela estava a solta tocando o terror em Rosewood.

De uma forma fácil demais pra ser verdade, a Mona consegue rastrear onde Alex esta mantendo a Spencer, a Mary e o Ezra, assim eles chegam a casa subterrânea, onde encontram Alex e Spencer brigando por um machado e Ezra no chão sangrando horrores. Toby tem uma arma e ele precisa decidir qual das duas Spencers é a verdadeira. Obviamente ele escolhe a Spencer certa, porque né, melhor casal de PLL, por favor, e finalmente um policial chega e leva a Alex presa… Sim, não tem conflito, não tem acerto de contas, nenhuma das liars troca UMA PALAVRA SEQUER com a pessoa que transformou a vida delas em um inferno… ela simplesmente vai pra cadeia, bem de boa…

Mas é claro que além de todo esse rolo de quem é A.D., Spencer, Toby, Alex e etc, também temos outras coisas muito importantes acontecendo nesse episódio.

pll-finale-28.jpgVamos começar pelo casal preferido de muitos, Ezria. O episódio usa o casamento Ezria como base pra todos os acontecimentos citados anteriormente. Temos uma cena linda na despedida de solteiro de ambos, onde todos se reuniram ao redor da fogueira no Lost Woods Resort, e um jantar de ensaio onde tivemos a chance de rever nossas queridas mamães, que obviamente ficaram duras de vinho e tiveram que ser escoltadas pra casa pela Spencer (clássico hahaha).

Mas o paraíso também estava com problemas. Antes do Ezra ter sido sequestrado e do jantar de ensaio, Aria estava agindo de uma forma muito estranha e demonstrando inseguranças a respeito do casamento. Tudo isso porque ela descobriu que não podia ter filhos. Mas obviamente quando ela finalmente conversa com Ezra sobre isso, ele é todo amável e compreensível, mas fica bem bolado porque ela escondeu isso dele por meses (claro que isso é deixado de lado depois de sua experiência de quase morte nas mãos da Alex).

Mas como a conclusão da série foi feita como um presente para os fãs, obviamente até o final do episódio o casamento rola, e ali nós vimos a conclusão de um ciclo, a aluna e o professor que começaram toda aquela confusão a tanto tempo atrás, provando que o amor deles não tinha limites ❤

Completando um ano de casados, Hanna e Caleb se encontram no meio de muitos problemas, brigas e discussões. Caleb não esconde em nenhum momento seu descontentamento em relação a Hanna estar ajudando a Mona na sua reabilitação, e eles passam basicamente metade do episódio de 2 horas discutindo. Mas GRAÇAS A DEUS até o final do episódio eles mostraram que nada pode destruir esse casal, e Hanna anuncia pras meninas que finalmente conseguiu engravidar, coisa que ela estava tentando a meses! YEY, BABY HALEB ON THE WAY!

pll-finale-031Agora vamos falar do casal que gera discórdia entre os fãs desde a primeira temporada. EMISON. Sim, o casal é real, e no último episódio nos deparamos com as duas mais felizes do que nunca com suas duas filhas (porque gêmeos é um fetiche da Marlene aparentemente, não é mesmo?). E a pergunta que não queria calar finalmente foi respondida. Quem é o pai das meninas? TATATATÃ…. o Wren… SIM, Alex usou os óvulos da Emily e o esperma do Wren para engravidar a Alison. Eu sei que soa bem insano, mas foi o que aconteceu, a Ali basicamente apenas carregou as crianças dentro dela haha

E de uma forma linda, sem problemas nesse paraíso, a história de EMISON é concluída com a Ali pedindo a mão da Emily em casamento. Confesso que nunca imaginei um final tão lindo pra esse casal, na verdade durante esses 7 anos, eu nunca achei que ia rolar, mas acabei ficando muito feliz que elas acabaram juntas.

pll-finale-31E sendo eu a maior baba ovo da Spencer que sou, não poderia deixar de falar do MELHOR CASAL DA SÉRIE, SPOBY. Após sofrer um inferno nas mãos da Alex, e após transar horrores com a Alex, obviamente pensando que ela era a Spencer, Spencer e Toby finalmente se reencontram de verdade. Nesse tempo todo em que a Alex estava se passando pela Spencer, a verdadeira Spencer também teve seus momentos com o Toby, o que permitiu que meu casal preferido tivesse uma chance de recomeço.

pll-finale-17No final do episódio eles nos mostraram uma Mona maravilhosa, como sempre, finalmente mandando no jogo, onde? Em Paris. Como? Mantendo Mary e Alex Drake presas em uma versão 3.0 da casa de bonecas, vestidas a caráter e tudo. Como ela conseguiu tirar as duas da prisão e viajar duas fugitivas da polícia até a França? Ai já é uma questão que jamais saberemos a resposta.

E pra concluir essa carta de amor aos fãs, temos essa cena linda da foto a cima. Aria esta finalmente embarcando para sua lua de mel, e conta para as meninas que vai começar o processo de adoção assim que voltar, Hanna conta a novidade sobre sua gravidez, Spencer fala sobre seu relacionamento com Toby e como eles vão tentar descobrir o que vai rolar entre eles, e a Ali e a Emily estão ali só pra chorar e abraçar todo mundo mesmo haha

Após essa despedida de encher os olhos de qualquer fã de lágrimas, INFELIZMENTE alguém teve a infeliz ideia de incluir uma cena NADA A VER ao final do episódio. Então NÃO, nossa última cena após 7 anos de série não é a linda cena da despedida, mas sim uma cena extremamente desnecessária, mal feita, com atrizes sem talento ALGUM, basicamente recriando a primeira cena da primeira temporada. TIPO, OI? Qual a chance de tudo que aconteceu com as liars acontecer novamente com algumas meninas aleatórias? Eles sabem que -A não era apenas um lunático qualquer querendo infernizar garotinhas e sim a IRMÃ da Alison E da Spencer buscando vingança, né? Enfim, meu subconsciente já deletou essa cena, e na minha cabeça o episódio acabou na cena da despedida. Recomendo que vocês façam o mesmo.

Alguns fãs reclamaram, como sempre acontece, desse final. Mas eu sinceramente esperava algo muito pior. Não me levem a mal, mas quando uma série tem tantos fãs, é tão boa e faz tanto sucesso, geralmente o final decepciona 90% dos telespectadores. E isso felizmente não aconteceu com PLL. Eles realmente investiram em fazer os desejos dos fãs realidade, e deixar todos os personagens felizes e realizados no final.

Essa foi a conclusão de uma fase da minha vida e da vida de muitos fãs, e foi muito bem concluída!

Então é isso, adeus Pretty Little Liars, e como nossa queen Alison diria…