Au Pair no more

Primeiramente, boa tarde! Hoje eu vim falar com vocês sobre uma coisa que eu já falei faz algum tempo no canal, mas nunca compartilhei com quem me acompanha aqui no blog, vim falar sobre a minha saída, não abandono, apenas uma saída emergencial, pro meu próprio bem, do programa de Au Pair.

Quando eu tomei a decisão de vir para os EUA, eu nunca imaginei que tantas coisas poderiam dar errado, e ao mesmo tempo nunca imaginei que tantas coisas erradas poderiam me levar até as coisas certas, mas a vida, e esses meus 11 meses de EUA, me mostraram o contrário.

É claro que eu esperava concluir o meu ano como Au Pair, é claro que eu queria viajar o país todo, ter uma host Family maravilhosa e crianças que eu amava, e por um tempo eu até tive uma pequena parte disso. Tive viagens que vou lembrar pra sempre, e crianças que eu amava do fundo do meu coração, mas infelizmente, a sorte não sorriu pra mim no quesito famílias. Na verdade ela pode até ter sorrido da primeira vez, mas quem sabe o calor do momento, o choque cultural, a homesick que me pegou desprevenida, me fizeram tomar a decisão de sair de lá, e vir para a Flórida, lugar que eu odeio, by the way, mas foi onde eu encontrei amigos que eu levarei pra vida toda, amigos que me apoiaram nos momentos mais difíceis, quando nem eu mesma sabia o que fazer, e o mais importante, encontrei o amor que eu achava que nunca encontraria.

A vida surpreende a gente, assim como eu falei em um dos últimos posts aqui do blog, todas as nossas decisões, todas as coisas boas e ruins, nos trouxeram onde nós estamos hoje.

Eu estou virada de cabeça pra baixo, quase completando meu primeiro ano de EUA, com a passagem comprada pra casa e planos a mil por hora para o ano de 2018. A ansiedade de voltar pra casa e rever as pessoas de quem eu sinto tanta falta, mas também o medo e a angustia de deixar pra trás a pessoa mais importante que eu podia ter encontrado no mundo.

Mas é como eu costumo dizer, a vida é uma caixinha de surpresas, é feita de escolhas, que consequentemente te levam a pessoas e a lugares. E você sempre vai ter aquele E SE na cabeça, mas o mais importante é tentar ao máximo usar as coisas ao seu favor, ser feliz da maneira que for possível.

E pra todas as pessoas que me julgaram e me julgam pelas minhas decisões, eu estou feliz, então não importa o comentário que você fizer, não importa o quanto você achar que sabe de mim, sendo que na verdade não sabe de nada, eu vou continuar feliz, muito mais feliz do que eu era como Au Pair. E no fim não é sobre isso que a vida se trata? Ser feliz, no matter what?

Agora deixo vocês com o famoso vídeo do fim do programa de Au Pair na minha vida, e com esse texto, talvez vocês possam entender um pouco mais da história!

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Rematch? E agora

Hoje eu vim trazer pra vocês o post mais detalhado possível sobre um assunto que muito interessa a toda e qualquer pessoa que é ou pretende ser au pair: Rematch.

Quando você sai do conforto da sua casa, do abraço daqueles que você ama, quando você desembolsa muitas vezes todo o dinheiro que você tem em algo, você espera receber em troca apenas dor e sofrimento? É claro que não, e é por isso que falar sobre a opção do rematch é tão importante.

Quando nós viemos pra esse país desconhecido, pra morar com pessoas desconhecidas, trabalhar, conviver, depender dessas pessoas pra tudo, muitas vezes não imaginamos a quantia incontável de problemas que podemos ter. Mas infelizmente esses problemas existem, e na maioria dos casos, infelizmente, eles acabam aparecendo, mais cedo ou mais tarde, e depende muito de você saber onde esses problemas passam do seu limite e se tornam insuportáveis.

A vida de au pair não é fácil, não se enganem achando o contrario, existem muitas coisas sim que nós temos que aguentar e seguir de cabeça erguida, porque isso faz parte do que nos disponibilizamos a viver aqui. Ter que cuidar de crianças muito difíceis e não poder repreende-las, pois deve seguir os métodos de educação propostos pelos pais, ter que muitas vezes dar satisfação de onde vai, com quem e quando volta, sendo que na maioria dos casos não fazíamos isso nem com nossos próprios pais, ter horário pra chegar em casa, o famoso toque de recolher, essas são coisas que a maioria das meninas, inclusive eu, tem que vivenciar diariamente, e acreditem, são coisas super normais e aceitáveis.

Então a pergunta é: quando pedir rematch?

Minha primeira dica é: esperem um mês. Se você acabou de chegar na família, e na primeira semana já pensou em pedir rematch por diversos motivos, ESPERE. Existe a grande possibilidade de você estar agindo e pensando com a influencia de um sentimento muito comum entre intercambistas: a homesick. Espere um mês, e se o sentimento continuar, se os motivos continuarem, se você ainda não se sentir melhor e mais confortável, ai sim pense na opção do rematch.

Agora, como eu sei que eu devo pedir rematch?

Existem casos e casos, mas agora vou citar os casos mais graves de rematch, onde muitas vezes as meninas acham que estão exagerando, e muitas vezes não pedem rematch, mesmo tendo todos os motivos para faze-lo.

Pergunte a si mesmo: Eu tenho acesso a alimentação básica? A todos os nutrientes necessários, legumes, pão, alimentos em geral? Eu tenho um quarto privado só pra mim? Eu estou trabalhando mais do que as 45 horas semanais e as 10 horas diárias, sem ganhar extras por isso e sem ter concordado com isso? Eu estou tendo problemas pra estudar ou ter uma vida social devido ao meu schedule? Algo que a família faz ou fala esta te prejudicando de alguma forma, física ou psicologicamente?

Essas perguntas podem parecer bobas, até mesmo estupidas, mas existem centenas de meninas que passam fome, que trabalham feito escravas, que limpam as casas de cabo a rabo, e acham que não estão fazendo mais do que sua obrigação, e isso NÃO É VERDADE.

Essas perguntas a cima, são amostras de motivos óbvios para o pedido de rematch, mas você também pode pedir pelo motivo mais óbvio de todos: EU ESTOU INFELIZ!

No vídeo abaixo eu conto detalhadamente os motivos porque EU pedi o rematch, e o meu motivo principal? EU ESTAVA INFELIZ. A soma de pequenas coisas na minha vida, na minha rotina, e principalmente no meu horário de trabalho, ocasionaram uma homesick monstruosa e uma tristeza gigantesca, e o rematch, esse bixo de sete cabeças, me trouxe luz, paz, aconchego e felicidade.

Sei que esse texto ficou gigante, então provavelmente se você leu ele até agora, é porque esta com a pulga atrás da orelha e não sabe se vale a pena ou não. E eu só tenho mais uma coisa pra te dizer: NINGUÉM nasceu pra sofrer, NINGUÉM sai do aconchego do lar pra ser maltratado, pra passar fome, ou pra ser infeliz. SEMPRE há algo melhor esperando por você. Largue a sua vida nas mãos de Deus, tenha fé, e ele vai colocar cada peça no seu devido lugar.

 

Presentes para a Host Family

Ola! Depois de um bombardeio de posts sobre filmes, finalmente eu trouxe um post que vocês me pediram muito, a muito tempo atrás, mas eu acabei deixando no fundo da gaveta e esqueci, que é o post sobre os presentes pra host Family.

Eu ia até gravar um vídeo sobre isso, mas como já faz tempo, já até mudei de família (e os presentes ficaram todos pra família antiga infelizmente, queria todos de volta), resolvi apenas fazer um post para acabar com esse assunto de uma vez!

Então vamos aos meus presentes!

dscn1073Esse foi um dos presentes pros meus meninos. Comprei esses três copinhos da turma da Mônica na 25 de março, se não me engano paguei 25 reais nos três (ou 15).dscn1074Esse tapa olho de avião eu também comprei na 25 de março, paguei 3 reais (esse foi pra hosta).img-20160728-wa0041Comprei três camisetas do Brasil no camelódromo da minha cidade, paguei 30 reais cada (comprei pras crianças e não comprei pra mim, que burra, só me quebro)!img-20160728-wa0045Esse chaveiro maravilhoso é o presente que eu mais queria ter pego de volta. Ele é feito de madeira e tem o nome da minha cidade escrito e o mapa do RS. Paguei 4 reais em uma loja da minha cidade.

Além desses presentes também comprei um  kit da natura de 30 reais pra hosta (outra coisa que queria pra mim hahah), um gibi da Turma da Mônica em inglês e uma caneca térmica pro hosto (mano, é feio querer tudo de volta pra mim? hahah).

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A caneca é essa, aquela clássica que todo host dad já ganhou na vida!

Então é isso, esses foram os meus presentes pra minha primeira host Family (e a única que ganhou presentes no caso)! Espero ter ajudado com ideias, já que em tudo isso eu acabei gastando bem menos do que as outras meninas geralmente gastam.

 

Homesick!

Ola! Tudo bem com vocês?

Hoje eu vim falar sobre uma coisa que muitas pessoas não dão muita atenção, uma palavra que a gente ouve muito antes de deixar o nosso lar, mas acaba ignorando porque jamais seríamos capazes de saber exatamente o que essa palavra significa, sem antes se colocar a prova.

Eu vim falar de Homesick. Pra quem não sabe, homesick é basicamente o sentimento que você tem quando esta longe de casa, e começa a entrar em uma espécie de depressão, tudo te faz ter saudade de casa, tu chora dia e noite e quer pegar o primeiro avião que te leve de volta pras pessoas que tu ama. A melhor definição dessa sensação, na minha opinião, é que existe uma mão, grande e forte, segurando o nosso coração, e você consegue imaginar perfeitamente essa mão apertando e esmagando lentamente o nosso coração, até o peito queimar e os a garganta secar, até sair aquele soluço pesado no meio do choro.

PESADO? É, e era exatamente o que eu queria tentar passar pra vocês. Essa dor, esse sentimento, só é realmente compreendido por quem já passou por essa experiência. Eu tive nas minhas duas primeiras semanas, existem muitas meninas que tem no terceiro mês, ou no fim do primeiro ano, não existe um padrão para se ter homesick, mas a grande maioria das pessoas sempre acabam tendo, infelizmente.

Mas a parte boa disso tudo, é que a homesick passa, você começa a descobrir que pode ser feliz sozinho, que pode arrumar amigos, conhecer lugares e ser feliz sem a presença das pessoas que você ama e das pessoas que estavam sempre ali com você. Você consegue a perceber que não é tão triste assim ficar em casa em um sábado a noite assistindo um filme e ouvindo música, e aprende que ver os snapchats dos seus amigos e ficar imaginando o que a sua mãe esta fazendo, só vai te causar mais dor e sofrimento.

Mas agora preste muita, muita atenção, ELA PASSA, ela realmente passa, eu sei o quanto é difícil ler isso e acreditar, porque quando era comigo, MEU DEUS, eu achei que ficaria daquele jeito pra sempre, e não fiquei.

Boa sorte pra todos vocês que já passaram, estão passando ou ainda passarão por esse transtorno da vida, e sejam felizes!

Visto Americano J-1

7359444888_bddc1cad2a_kOla pessoal, tudo bem com vocês?! Sim, isso é o que parece, um post sobre a tão temida entrevista no consulado americano. Eu fui ao consulado no dia 22 de julho, e vou contar detalhadamente pra vocês como foi todo o processo, mas antes de qualquer coisa, SIM, MEU VISTO FOI APROVADO, YEY!

Data: 22/julho/2016

Horário: 11:50

Hora que eu cheguei no consulado: 11:10

Documentos que eu levei: Cópia do RG, CPF, carteira de trabalho, PID, cópias dos papeis de rescisão do meu trabalho, as cartas do site da CC, o perfil da host Family impresso, comprovante de endereço, os meus 3 últimos holerites, os dois DS’s, SEVIS, confirmação de agendamento e óbvio, o passaporte.

Documentos que pediram: Apenas os obrigatórios, ou seja: DS + SEVIS + PASSAPORTE

Tempo total no consulado: Quase 1 hora.

Se você não é de São Paulo, assim como eu, infelizmente eu não tenho como ajudar com localização ou coisa parecida, indico que você arrume alguém que conheça a cidade pra ir com você e evitar transtornos ou atrasos. Como eu fiquei hospedada na casa de uma futura AuPair que mora em SP, ela me ajudou  a chegar no consulado e ficou do lado de fora segurando minha bolsa, com celular e etc, já que você não é autorizado a entrar no consulado COM NENHUM ELETRÔNICO, NEM MESMO DESLIGADO.

Chegando lá, eu entrei apenas com a pasta de documentos, fui encaminhada em uma fila única, onde um rapaz olhou os documentos exigidos, meu passaporte, e me encaminhou para uma fila X (isso ainda do lado de fora), que ia até um balcão. Nesse balcão a moça pegou novamente os documentos, dobrou o DS e a taxa SEVIS e colocou dentro do passaporte, me devolveu tudo e me mandou seguir em uma fila de segurança. Nessa fila, você coloca tudo que você tem em uma bandeja, até mesmo o que tiver nos bolsos, passa por um detector, sua bandeja também, e ai você pode pegar tudo de novo e seguir para a parte das entrevistas mesmo.

Chegando nesse outro prédio eles vão conferir sua documentação de novo e te mandar pra uma fila onde você vai passar em um guichê e uma moça vai verificar novamente seus documentos e te encaminhar pra outra fila (sim, é assim mesmo, muita fila).

Então, finalmente, nessa fila, um pouco maior e mais demorada, você vai ser encaminhado pra um guichê “X” pra ser entrevistado.

A entrevista: Bem, a minha entrevista foi como uma mulher, a vice cônsul, que não parecia muito simpática e estava interrogando um moço antes de mim, como se fosse da CIA (mas tudo em português), e o português dela era terrível. Mas ai chegou a minha vez, ela olhou meus documentos, digitou algo e já começou a falar comigo em inglês. Seguem as perguntas super simples que ela me fez e as minhas respostas:

Cônsul: Why do you want to be an AuPair?

Eu: Because I have a lot of experience with children and also want to improve my english, so that’s the perfect combination.

C: Do you have some graduation? (ou algo assim, foi o que eu entendi hahah)

Eu: No, I don’t. I finished high school last year.

C: So what are you doing now?

Eu: I signed the papers at work yesterday, so I was working, but now I’m not anymore. So basicaly I’m focus on the AuPair program right now.

C: But do you want to do a graduation?

Eu: Yes, I want to study journalism.

C: Here in Brazil?

Eu: Yes, here in Brazil.

C: Parabéns, seu visto foi aprovado, aqui esta o papel pra saber do seu passaporte e esses são os seus direitos de trabalhadora nos EUA. Bye!

Foram exatamente essas perguntas, nenhuma sobre host Family, nenhum documento foi pedido, ela nem pediu pra onde eu ia, foi só isso MESMO, e eu quase tendo um treco por nada hahahah

Já aproveitei a empolgação do visto e da viagem e comprei alguns presentes pra Host Family e pra mim usar na viagem. Agora que tudo é mais real vou começar a arrumar as malas, gravar vídeos e contar tudo detalhadamente pra vocês! YEEEEY!

Em breve terá post e vídeo mostrando os presentes pra host Family, fiquem de olho!

Beijos, Fer

O que é o intercâmbio Au Pair?

Quem é vivo sempre aparece, e quem sabe escrever, e não só falar, sempre cria post novo, não é mesmo?

E é por esse motivo que eu resolvi começar uma série de posts aqui no blog, explicando mais detalhadamente tudo sobre o meu intercâmbio, o Au Pair.

E como a primeira dúvida é sempre a mesma, nesse post eu vou explicar basicamente do que se trata o programa e quais os requisitos, então #LETSGO!

O programa Au Pair consiste em no mínimo 1 ano e no máximo 2, vivendo em uma casa de família nos EUA (também existe esse programa para outros países, mas são regras e informações diferentes), e trabalhando como babá dos filhos dessa família, durante um máximo de 45 horas semanais, em troca de alimento, moradia e um salário semanal.

A AuPair tem direito a 1 dia e meio de folga semanais, não necessariamente no final de semana, e também tem direito a 2 semanas de férias, todas as datas devem ser acordadas com a família anfitriã.

Mas qual o primeiro passa pra se tornar AuPair?

  • Contate uma agência

As três maiores agências de AuPair do mundo, no Brasil, são representadas pelas agências CI, STB, Experimento, Cultural Care, e agências menores. Você deve se increver com a agência, realizar uma entrevista de inglês, e então dar processo a papelada para ficar online.

  • Horas com crianças

Outra coisa que você deve providenciar logo no inicio, ou até mesmo antes, se possível, são as horas de experiência com crianças. As agências pedem um mínimo de 200 horas de experiência confirmadas, nas quais não se encaixam familiares. Eu trabalhei de voluntária em uma creche, mas vocês podem realizar das mais diversas atividades.

E quais os documentos necessários?

Primeiramente você precisa saber que para ser uma AuPair você deve ter entre 18 e 26 anos (algumas agências aceitam meninas até os 27, mas são exceções), e agora vamos aos documentos.

  • Carteira de motorista
  • PID (permissão internacional para dirigir)
  • Passaporte
  • Ficha criminal
  • RG, CPF, documentos básicos
  • Título de eleitor

Como funciona a seleção das famílias?

Para ser escolhida, ou escolher, uma família anfitriã, você deve entregar toda a papelada requerida pela sua agência, juntamente com seus documentos. Você receberá acesso a um site, onde montará uma espécie de perfil online, com TODOS os seus dados, preferencias e gostos. Lá você preenchera perguntas relacionadas a animais, regime especial, seus requisitos, fotos e vídeos que você tenha que quer que a sua futura família veja, entre outros.

Depois que todos os documentos forem enviados, e o perfil online for devidamente preenchido, você deve esperar em torno de uma semana, mais ou menos dependendo da agência, até ficar oficialmente online.

Quando você estiver online, receberá um login e uma senha no site da sua agência, e é nesse site que as famílias vão te encontrar e entrar em contato com você.

Se houver um interesse de ambos os lados, família e AuPair, ambos chegarão ao famoso MATCH. Que não é nada mais do que escolherem uns aos outros.

E depois disso?

Depois disso você começa com o processo pós-match, o mais agonizante e tumultuado. Correr atrás das papeladas para a viagem, mala, separar o que você vai levar e o que não vai, mas o mais importante: O VISTO.

Como funciona o visto?

Ai você vai ter que voltar aqui no blog semana que vem, porque logo depois que eu sair do consulado e ter minha resposta final, vai ter um post falando só sobre o visto aqui no blog, detalhadamente, desde documentação necessária, como marcar e como é o procedimento.

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Então é isso, acho que 90% das dúvidas que eu já li por esse mundo a fora já foram respondidas, ou pré-respondidas. Eu espero que esse post tenha sido de alguma ajuda pra vocês! E até a próxima.

 

Meu Intercâmbio + Horas de Experiência

Olaaa! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim!

Como promessa é dívida, hoje, quinta-feira, estou aqui com vídeo novo pra vocês. YEY! “E é sobre o que Fernanda?” Sei que a maioria de vocês que estão lendo esse post já sabem TUDO sobre o intercâmbio que eu vou fazer ano que vem, mas por um acaso de alguém do YT não acompanhar o blog, resolvi gravar um vídeo explicando bem certinho o que é e como funciona o intercâmbio Au Pair e também como eu estou conseguindo as benditas 200 horas de experiência.

Bora conferir?