Review | Atypical

E ai, tudo bem com vocês? Hoje eu vim falar com vocês sobre uma das MELHORES séries que eu tive o prazer de assistir nos últimos tempos: ATYPICAL.Atypical_poster

Essa série esta na boca do povo há algum tempo, e quando recuperei meu celular, foi a primeira série que apareceu na minha lista de downloads do Netflix. E sou muito grata por esse acaso!

Atypical conta a história de um adolescente de 18 anos, diagnosticado com autismo. Mas diferente do que muitas pessoas imaginam, a série não foca apenas na doença, mas sim na rotina da família Gardner por completo. Sam, 18 anos, Casey, 16 e seus pais vivem uma vida tecnicamente normal, com os mesmos problemas de qualquer família norte-americana, e mais alguns bônus proporcionados pelo autismo.

A trama começa quando Sam resolve, influenciado pela sua psicologa, iniciar sua vida amorosa e procurar uma namorada. A partir dessa decisão ele começa a guiar sua vida para um rumo completamente diferente, buscando mais independência e autoconhecimento.

A primeira temporada foca no dia a dia da família, na busca de Sam por uma namorada e nos obstáculos que ele encontra no caminho para concluir esse objetivo. Sempre intercalando o foco entre os protagonistas, assim desenvolvendo melhor a história em geral.

Já na segunda temporada encontramos Elsa e Doug – os pais do Sam – no meio de uma crise em seu casamento. Encontramos uma nova Casey tentando se adaptar a uma nova escola e uma nova rotina e um novo Sam tentando se adaptar com a ideia da formatura, com sua nova independência e como ele irá lidar com ela.

Com pouquíssimo tempo disponível eu consegui assistir as 2 temporadas em menos de 2 semanas, então não percam tempo! Assistam o trailer e já corram pro Netflix ❤

Anúncios

Eu Assisti | Onde está Segunda?

Toda vez que eu assisto um filme sem ler a sinopse ou ver o trailer eu penso: nunca mais. Mas cá estamos novamente com mais um filme que foi EITA atrás de EITA!

Onde-está-segunda-2017-5O filme se passa em um futuro distópico, onde o mundo se encontra super populado e o governo cria uma lei onde cada família só é permitida a ter um filho. Porém, devido a substancias utilizadas na agricultura, ocorre um aumento em grande escala de mulheres grávidas de múltiplos, o que significa que em cada uma dessas gravidezes, apenas uma criança poderá continuar viva.

Criadas nessa realidade, sete irmãs gêmeas dividem os dias da semana entre si, para que possam continuar tendo contato com o mundo externo. Fora de casa, todas são a mesma pessoa, mas no interior, cada uma é chamada pelo respectivo dia da semana em que assumem seu papel lá fora, cada uma tem sua personalidade, seu estilo, seus hobbies.

Até que um dia a famigerada Segunda sai e não volta mais, e suas 6 irmãs entram em uma busca incansável para descobrir seu paradeiro e impedir que todas sejam capturadas e mortas pelo governo.

Depois disso acho que qualquer coisa dita seria considerada spoiler, fora o fato de que a atriz que interpreta as irmãs (Noomi Rapace) é talentosa demais e que não é recomendável o apego por nenhum personagem.

Esse filme me deixou mergulhada por horas em um misto de amor e ódio, e até agora não sei dizer direito minha opinião concreta sobre ele. Minha nota? De 1 a 5, eu diria 4.

Agora assistam esse trailer maravilhoso e fiquem um pouquinho mais ansiosos pra descobrir o final dessa trama:

Eu Assisti | Antes que eu vá

Vocês já assistiram Happy Death Day, Nu, Feitiço do tempo (o famoso dia da marmota), No Limite do Amanhã ou qualquer outro filme onde a pessoa revive de novo e de novo e de novo o mesmo FUCKING dia? Pois então, estejam preparados pra mais um.

CxfD2qsUQAAuOAYO filme conta a história de Samantha Kingston (Zoey Deutch), uma jovem que tem aparentemente tudo na vida: família, amigos, namorado, popularidade e beleza, mas que não valorizava nada disso até sofrer um acidente e passar a reviver todos os dias o dia da sua morte.

O roteiro não trás absolutamente nada novo, ele nos introduz na vida de adolescente americana perfeita da protagonista, nos mostra como ela e suas amigas são o clássico grupinho de patricinhas que praticam bullying com os desajustados e como ela tem um péssimo relacionamento com a família por pura birra e futilidade.

E não me entendam mal, eu mesma amo filmes com temática adolescente, mas eu assisti o filme sem saber sobre o que se tratava, e quando a cena do acidente chegou, ela apagou e acordou no outro dia como se nada tivesse acontecido… bem, depois dai tudo ficou muito previsível.

Desde a primeira vez que ela revive o dia de sua morte, todos nós já percebemos o que ela precisa fazer para encerrar o ciclo: se tornar uma pessoa melhor. Mas é óbvio que ela leva uma década pra perceber isso, e vive cada dia de uma forma completamente diferente, nunca resultando em nada.

Eu confesso que se tivesse a chance que ela teve de viver de novo o seu ultimo dia por incontáveis vezes, faria o mesmo que ela. Passaria um dia com a minha família, um dia com as minhas amigas, usaria um dia pra ser quem eu realmente sou e falar a verdade na cara de todo mundo, sem medo das consequências, e ai depois eu me preocuparia em realmente encerrar o ciclo.antesqueeuva_6-1-e1493231167753-750x380No fim das contas eles tentaram passar uma boa mensagem, mas não tenho certeza se conseguiram. O filme se arrastou bastante, mas ao mesmo tempo acabou passando correndo pelos assuntos que realmente importavam, como o bullying, o relacionamento dela e das amigas com a família, ou a falta de caráter das amigas dela. Teve muita coisa que me deixou bem frustada, como o fato dela não ter dito nada pra melhor amiga que era, desculpem o uso da palavra, uma cuzona, ou como ela acabou não se despedindo direito do menino que ela amava, e a dúvida que ficou no final que foi: a morte dela foi em vão, ou suas amigas e colegas finalmente vão aprender a respeitar o próximo e alguém vai parar com o bullying?

Se eu tivesse que dar uma nota de 1 a 5, ela seria 3. Não é um filme ruim, mas não criem muitas expectativas, porque pode ser um banho de água fria.

 

Review | One day (Um dia)

Vamos falar sobre o pior filme de romance que eu já assisti em toda a minha vida?

200px-One_Day_PosterSinopse: Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgess) se conheceram na faculdade, em 15 de julho. Esta data serve de base para acompanhar a vida deles ao longo de 20 anos. Neste período Emma enfrenta dificuldades para ser bem sucedida na carreira, enquanto Dexter consegue sucesso fácil, tanto no trabalho quanto com as mulheres. A vida de ambos passa por várias outras pessoas, mas sempre está, de alguma forma, interligada.

Na minha opinião…

Um dia é o clássico livro de romance que virou filme. E eu já começo essa crítica deixando bem claro que eu nunca li o livro, portando tudo que vai ser dito aqui é apenas sobre o filme. Okay?

Um dia trás uma ideia muito legal, na qual eles tentaram contar a história do casal pra gente, mostrando apenas um dia por ano da vida deles, durante 2 décadas. Essa ideia poderia sim ser aproveitada pra fazer um filme incrível, envolvente e apaixonante, mas não foi o caso.

Desde o início eu achei o filme entediante e monótono, era até difícil conseguir fixar a atenção no que estava acontecendo. Outra coisa que também me deixou muito incomodada foi a palheta de cores utilizada no filme, cores frias, opacas e tristes, que automaticamente te remetem a tristeza, que mesmo sendo o que os personagens sentiram em 90% do tempo, não é algo que um filme de romance deveria transmitir para o telespectador em 90% do tempo.

AAEAAQAAAAAAAAN3AAAAJGVlN2I0ZmM2LTQ5YWYtNDE2Ni05OGQzLTFmYTE0YTI3MWY2YQ

Emma e Dexter se conhecem em 15 de julho de 1988, e depois dai, tomaram rumos completamente diferentes. Emma passou boa parte dos 20 anos que se passaram, lutando para conseguir formar uma carreira para si, vivendo um romance extremamente enjoativo com um amigo de anos, enquanto Dexter esbanjava de muito dinheiro, uma carreira de sucesso na TV, drogas e todas as mulheres que ele quisesse ter.

Eles tentam nos convencer durante todo o tempo de que os dois se amam, de que no fundo, mesmo depois de tudo, eles se amam. Mas o filme em momento algum passa qualquer fagulha de amor sequer. O filme todo é frio, sem química, sem romance, sem paixão. Frio assim como suas cores.

Sim, a vida não é sempre um mar de rosas. Sim, a ideia de demonstrar como uma pessoa conhecida ao acaso pode acabar se tornando alguém de suma importância nas nossas vidas, e como as pessoas mudam com os anos, assim como seus desejos, sonhos e amores é uma ótima ideia. Mas eles foram longe demais na dor, e não foram nem mesmo rasos na parte do amor. Acabamos o filme com um peso no coração, pena, angustia e dor, e nem um misero gostinho do que um verdadeiro romance deveria nos fazer sentir.

Mesmo a vida não sendo um mar de rosas, a gente nunca espera ao assistir um romance, mergulhar em um mar de espinhos sem fim.

Após muitas críticas positivas eu finalmente resolvi ceder a esse filme, com a expectativa de que seria incrível, e infelizmente não foi o que eu esperava!

Review Pretty Little Liars, o final: ‘Til DeAth Do Us Part’

Finalmente após 7 longos anos, uma das minhas séries preferidas finalmente chegou ao fim, e a paz finalmente reinou em Rosewood.

Pretty Little Liars foi a primeira série que eu assisti em toda aminha vida (fora as do SBT haha), e foi meu primeiro contato com o inglês, então, além de ser uma série que me acompanhou literalmente durante 7 anos da minha vida, ainda foi uma grande influencia pra mim chegar onde cheguei e aprender o que aprendi até hoje (obrigada PLL!). Dito isso, vocês podem entender o quanto eu estava ansiosa e o quanto eu esperei por esse último episódio. Então sem mais delongas, vamos falar sobre o que eu achei desse grande final.

145070_1562_-_h_2017Desde a primeira temporada, todos nos fazemos a mesma pergunta: QUEM É -A? Durante as 7 temporadas muitas pessoas diferentes deram vida a esse vilão, formando o Time -A, mas com o tempo descobrimos que existia um chefão, que no caso era a Cece Drake.

Até hoje eu mantenho a ideia de que o final perfeito pra série seria na época em que descobriram que a Cece era -A, e quando ela contou toda a sua história. Tudo se encaixou de uma forma tão perfeita, a história foi muito bem montada e fez total sentido, e realmente aquele seria o final perfeito… mas não foi.

Vocês lembram daquele maldito jogo de tabuleiro que quase levou as liars para a prisão (mais uma vez)? Então, o último episódio começa exatamente um ano após as meninas finalizarem o jogo.

Indo direto aos fatos, A.D. acaba sendo, ninguém mais, ninguém menos do que a irmã gêmea da Spencer. SIM, PASMEM, Spencer tem uma irmã gêmea, e lá vem PLL com suas teorias de gêmeos novamente. No fim das contas descobrimos que Mary Drake (lembram dela, a irmã gêmea da mãe da Ali?) era a mãe biológica da Spencer, e que quando ela deu a luz a Spencer, ela também deu a luz a outro bebê, que foi mandado pra Inglaterra ao invés de ser entregue aos Hastings. O nome dessa Spencer 2.0 é Alex, e ela acabou tendo uma vida muito difícil, em orfanatos, na rua, bares e etc (então pensa na revolta quando ela descobriu que tinha uma irmã gêmea com família, rica, amada e privilegiada?).

Alex descobriu da existência da Spencer através do nosso nem tão querido Wren (que nada fez nessa série além de incomodar). Wren apresentou a Alex pra Cece, elas viraram BFFS na época em que a Cece ainda era a dona do jogo, e após a sua morte, Alex resolveu se vingar e retomar o jogo até descobrir quem matou a irmã.

O que não se encaixou nesse quebra cabeças, na minha opinião, foi a forma como a Alex simplesmente não parecia ter inteligencia o suficiente pra jogar o jogo da forma que ela jogou. Sabe? Ela jamais teria capacidade o suficiente pra criar um tabuleiro que nem mesmo Caleb, Mona e Spencer juntos conseguiram decifrar. Ela simplesmente não convenceu como A.D., não da forma como a Cece fez, ou como a Mona teria feito, por exemplo.

Mas fora todos esses pontos sobre nossa revelação de quem é A.D., esse episódio só fez aumentar ainda mais a paixão e o respeito que eu tenho pela Troian Belissario como atriz. A mulher detonou mais uma vez, fazendo uma vilã perfeita, com sotaque britânico e tudo. Uma salva de palmas pra rainha de PLL, por favor!

Depois de algum tempo sendo A.D, Alex Drake decide que ela não esta mais satisfeita, e que simplesmente não é justo Spencer ter tudo que ela nunca teve. Então ela simplesmente decide tomar o lugar da liar, de uma forma ou de outra. Quando nós somos apresentados a Alex Drake, descobrimos que a Spencer de praticamente todo o episódio, na verdade era a gêmea malvada fingindo ser a Spencer. Após finalmente conseguir se livrar da Spencer e tranca-la em uma versão bem maior da casa de bonecas no subterrâneo, junto com a Mary, Alex finalmente toma a vida da liar por completo. Ela seduz o Toby (não só seduz né, se é que vocês me entendem),  vai nas reuniões com as meninas, até dorme na mesma cama que elas, comparece aos ensaios do casamento Ezria… Ah, e falando em casamento Ezria, ela SEQUESTRA o Ezra no dia do casamento, quando ele encontra com ela e desconfia que algo esta errado, fazendo assim nossa Aria chorar rios e imaginar que foi abandonada no altar pelo amor da sua vida (o que todos nós sabemos que seria impossível). Enfim, ela toma a vida da Spencer por completo, enquanto a de verdade apodrece em uma cela.

E COMO A SPENCER E O EZRA SAÍRAM DA ‘PRISÃO’? Um belo dia a Spencer da seu jeito e convence a Mary a entrar na sua cela pra lhe dar um abraço, e nesse momento, como em todo filme clássico de Hollywood, ela rouba um grampo de cabelo, que futuramente libertaria ela e o Ezra de suas celas (o negócio era todo tecnológico e abriu com um grampo, vai entender).

E COMO AS LIARS, TOBY E COMPANHIA DESCOBRIRAM QUE A SPENCER QUE ESTAVA COM ELES NÃO ERA A SPENCER DE VERDADE? Acreditem ou não, nossa salvação foi a Jenna (e em partes o cavalo da Spencer, que simplesmente deu PT quando a Alex tentou chegar perto dele, levantando as suspeitas do Toby lá no teto). Como todos sabemos, a audição e o olfato de pessoas com deficiência visual são muito aguçados, sendo assim, logo na primeira vez que a nossa ceguinha preferida encontrou com a Alex na rua, ela de cara percebeu que aquela não era a Spencer, e ligou pro Toby pra contar a descoberta.

Por algum motivo desconhecido, ele acreditou nela e não achou que era loucura, e foi compartilhar a informação com as liars, que também não acharam loucura… vai entender. E em uma velocidade surpreendente, eles chegaram a conclusão de que, assim como a mãe dela, Spencer também tinha uma irmã gêmea, e de que ela estava a solta tocando o terror em Rosewood.

De uma forma fácil demais pra ser verdade, a Mona consegue rastrear onde Alex esta mantendo a Spencer, a Mary e o Ezra, assim eles chegam a casa subterrânea, onde encontram Alex e Spencer brigando por um machado e Ezra no chão sangrando horrores. Toby tem uma arma e ele precisa decidir qual das duas Spencers é a verdadeira. Obviamente ele escolhe a Spencer certa, porque né, melhor casal de PLL, por favor, e finalmente um policial chega e leva a Alex presa… Sim, não tem conflito, não tem acerto de contas, nenhuma das liars troca UMA PALAVRA SEQUER com a pessoa que transformou a vida delas em um inferno… ela simplesmente vai pra cadeia, bem de boa…

Mas é claro que além de todo esse rolo de quem é A.D., Spencer, Toby, Alex e etc, também temos outras coisas muito importantes acontecendo nesse episódio.

pll-finale-28.jpgVamos começar pelo casal preferido de muitos, Ezria. O episódio usa o casamento Ezria como base pra todos os acontecimentos citados anteriormente. Temos uma cena linda na despedida de solteiro de ambos, onde todos se reuniram ao redor da fogueira no Lost Woods Resort, e um jantar de ensaio onde tivemos a chance de rever nossas queridas mamães, que obviamente ficaram duras de vinho e tiveram que ser escoltadas pra casa pela Spencer (clássico hahaha).

Mas o paraíso também estava com problemas. Antes do Ezra ter sido sequestrado e do jantar de ensaio, Aria estava agindo de uma forma muito estranha e demonstrando inseguranças a respeito do casamento. Tudo isso porque ela descobriu que não podia ter filhos. Mas obviamente quando ela finalmente conversa com Ezra sobre isso, ele é todo amável e compreensível, mas fica bem bolado porque ela escondeu isso dele por meses (claro que isso é deixado de lado depois de sua experiência de quase morte nas mãos da Alex).

Mas como a conclusão da série foi feita como um presente para os fãs, obviamente até o final do episódio o casamento rola, e ali nós vimos a conclusão de um ciclo, a aluna e o professor que começaram toda aquela confusão a tanto tempo atrás, provando que o amor deles não tinha limites ❤

Completando um ano de casados, Hanna e Caleb se encontram no meio de muitos problemas, brigas e discussões. Caleb não esconde em nenhum momento seu descontentamento em relação a Hanna estar ajudando a Mona na sua reabilitação, e eles passam basicamente metade do episódio de 2 horas discutindo. Mas GRAÇAS A DEUS até o final do episódio eles mostraram que nada pode destruir esse casal, e Hanna anuncia pras meninas que finalmente conseguiu engravidar, coisa que ela estava tentando a meses! YEY, BABY HALEB ON THE WAY!

pll-finale-031Agora vamos falar do casal que gera discórdia entre os fãs desde a primeira temporada. EMISON. Sim, o casal é real, e no último episódio nos deparamos com as duas mais felizes do que nunca com suas duas filhas (porque gêmeos é um fetiche da Marlene aparentemente, não é mesmo?). E a pergunta que não queria calar finalmente foi respondida. Quem é o pai das meninas? TATATATÃ…. o Wren… SIM, Alex usou os óvulos da Emily e o esperma do Wren para engravidar a Alison. Eu sei que soa bem insano, mas foi o que aconteceu, a Ali basicamente apenas carregou as crianças dentro dela haha

E de uma forma linda, sem problemas nesse paraíso, a história de EMISON é concluída com a Ali pedindo a mão da Emily em casamento. Confesso que nunca imaginei um final tão lindo pra esse casal, na verdade durante esses 7 anos, eu nunca achei que ia rolar, mas acabei ficando muito feliz que elas acabaram juntas.

pll-finale-31E sendo eu a maior baba ovo da Spencer que sou, não poderia deixar de falar do MELHOR CASAL DA SÉRIE, SPOBY. Após sofrer um inferno nas mãos da Alex, e após transar horrores com a Alex, obviamente pensando que ela era a Spencer, Spencer e Toby finalmente se reencontram de verdade. Nesse tempo todo em que a Alex estava se passando pela Spencer, a verdadeira Spencer também teve seus momentos com o Toby, o que permitiu que meu casal preferido tivesse uma chance de recomeço.

pll-finale-17No final do episódio eles nos mostraram uma Mona maravilhosa, como sempre, finalmente mandando no jogo, onde? Em Paris. Como? Mantendo Mary e Alex Drake presas em uma versão 3.0 da casa de bonecas, vestidas a caráter e tudo. Como ela conseguiu tirar as duas da prisão e viajar duas fugitivas da polícia até a França? Ai já é uma questão que jamais saberemos a resposta.

E pra concluir essa carta de amor aos fãs, temos essa cena linda da foto a cima. Aria esta finalmente embarcando para sua lua de mel, e conta para as meninas que vai começar o processo de adoção assim que voltar, Hanna conta a novidade sobre sua gravidez, Spencer fala sobre seu relacionamento com Toby e como eles vão tentar descobrir o que vai rolar entre eles, e a Ali e a Emily estão ali só pra chorar e abraçar todo mundo mesmo haha

Após essa despedida de encher os olhos de qualquer fã de lágrimas, INFELIZMENTE alguém teve a infeliz ideia de incluir uma cena NADA A VER ao final do episódio. Então NÃO, nossa última cena após 7 anos de série não é a linda cena da despedida, mas sim uma cena extremamente desnecessária, mal feita, com atrizes sem talento ALGUM, basicamente recriando a primeira cena da primeira temporada. TIPO, OI? Qual a chance de tudo que aconteceu com as liars acontecer novamente com algumas meninas aleatórias? Eles sabem que -A não era apenas um lunático qualquer querendo infernizar garotinhas e sim a IRMÃ da Alison E da Spencer buscando vingança, né? Enfim, meu subconsciente já deletou essa cena, e na minha cabeça o episódio acabou na cena da despedida. Recomendo que vocês façam o mesmo.

Alguns fãs reclamaram, como sempre acontece, desse final. Mas eu sinceramente esperava algo muito pior. Não me levem a mal, mas quando uma série tem tantos fãs, é tão boa e faz tanto sucesso, geralmente o final decepciona 90% dos telespectadores. E isso felizmente não aconteceu com PLL. Eles realmente investiram em fazer os desejos dos fãs realidade, e deixar todos os personagens felizes e realizados no final.

Essa foi a conclusão de uma fase da minha vida e da vida de muitos fãs, e foi muito bem concluída!

Então é isso, adeus Pretty Little Liars, e como nossa queen Alison diria…

Review |BAYWATCH

Olá, tudo bem com vocês? Hoje eu vim falar pra vocês sobre uma das melhores comédias que eu já assisti nos últimos tempos: BAYWATCH!

Quando eu vi esse filme em cartaz, lembro que não dei muita atenção, mesmo tendo um dos meus atores de comédia favoritos como protagonista (Dwayne Johnson), mas acabei dando uma chance e mordi a língua feio.
screen-shot-2017-04-19-at-9-32-34-am-copy.jpg

Sinopse: “O ex-atleta olímpico Matt Brody quer se juntar a uma equipe de salva-vidas de elite liderada por Mitch Buchannon. Quando as drogas e o suspeito dono de um resort ameaçam a baía, Mitch e Matt precisam colocar suas diferenças de lado e entrar em ação.”

Crítica: O filme tem um elenco INCRÍVEL, como eu já disse, o elenco conta com o ídolo supremo Dwayne Johnson, com meu crush de infância Zac Efron e com a minha crush SUPREMA Alexandra Daddario (vocês já viram essa mulher?).

Falando de fotografia, as imagens são impecáveis, a palheta de cores é a clássica de filmes praianos, que nunca deixa a desejar, e no fim das contas, quem consegue focar em detalhes negativos da fotografia quando temos em cena apenas beldades de maio e sem camisa, não é mesmo?Baywatch-elencoPra quem não sabe, BAYWATCH é uma refilmagem de uma série clássica dos anos 90, que lançou no mundo do cinema dois nomes que todo mundo conhece, Pamela Anderson David Hasselhoff. Quem nunca assistiu essa série, mas é fã de Friends, deve lembrar com certeza da clássica cena do Chandler e do Joey assistindo Baywatch apenas pra ver as meninas correndo de maio em câmera lenta hahahBaywatch-tvEu super recomendo esse filme pra todo mundo que gosta de uma boa comédia!

cuplover_arabesco

posted by Fernanda Tomás

Review | Para Sempre Cinderela

IMG_2794IMG_2795Lá vem a viciada em contos de fadas novamente, dessa vez, com mais um filme sobre nossa querida Cinderela, dessa vez um filme mais antigo, de 1998, com nada mais nada menos do que Drew Barrymore interpretando nossa princesa.

Esse filme começa como uma história, uma parente distante de Danielle (a Cinderela), convida os irmãos Grimm para conhecer a real história por trás do conto, a história que virou lenda, e depois conto de fadas.

Nesse filme você não vai encontrar fadas madrinhas, nem aboboras se transformando em carruagens e ratos em cavalos, nessa história tudo é real, e pela primeira vez você pode realmente testemunhar o como e o por quê do príncipe se apaixonar pela criada.

É de longe um dos melhores filmes baseados no conto de fadas que eu já assisti, um filme que te leva a amar mais intensamente ainda a história da Cinderela, ou para alguém como eu, finalmente começar a amar a história da Cinderela (confesso que nunca fui fã número 1).

Além de termos Drew Barrymore como a nossa Cinderela, ainda temos Anjelica Huston (nossa eterna Morticia, de A Família Adams) como a madrasta, Melanie Lynskey (a Rose de Two and a Half Man) como a irmã malvada que é boazinha (sim, temos isso no filme), além de muitos outros.

Se vocês estão se perguntando, vocês podem encontrar esse filme no Netflix pelo nome Para Sempre Cinderela (arrasaram na tradução).

Espero que vocês gostem!