Review: O Mínimo para Viver (To the bone)

to the boneNão deixe a música animada do trailer te enganar, esse filme vai ser uma experiência em um mundo desconhecido para a maioria de nós, um tanto quanto sombrio. E vai ser a oportunidade perfeita para refletir sobre como somos sortudos de acordar e viver todos os dias.

To The Bone, em português, O Mínimo Para Viver, conta a história da jovem Ellen (Lily Collins), uma garota que, aos 20 anos, luta contra a anorexia.

Durante os 107 minutos de filme, temos muitas chances de criar um antagonismo pela protagonista, que desde o primeiro momento se mostra relutante, teimosa ao extremo e um tanto quanto ignorante quando se trata das pessoas que querem ajuda-la. Mas, felizmente, com o tempo conseguimos entender melhor os dois lados da moeda e desenvolver uma afeição pela garota.

Quando Ellen não sabe mais para onde correr, ou o que fazer para se curar, ela é enviada a uma das clínicas de recuperação para jovens com distúrbios alimentares mais popular dos EUA, onde fica aos cuidados do Dr. William Beckham (Keanu Reeves). Lá, conhecemos personagens incríveis como o jovem Luke (Alex Sharp), que não poupa esforços para fazer a mocinha melhorar.

Com altos e baixos, acompanhamos a evolução não apenas da Ellen, mas também de todos os jovens que vivem na clínica. Acompanhamos dramas familiares que visivelmente afetam na saúde dos jovens, além de aprendermos de uma forma completamente diferente a valorizarmos o que temos.

Esse filme foi uma surpresa pra mim, fiquei impressionada em como ele aborda de uma forma madura um assunto tão sério quanto os distúrbios alimentares. Eu com certeza indico ele pra todos vocês!

Review | I am mother

I-am-mother3Quando eu já tinha praticamente desistido dos filmes originais Netflix, I Am Mother surgiu como sugestão na televisão. Assistimos o trailer, parecia entregar a história toda, assim como Obsessão Secreta, porém, acreditamos por um momento que poderia ter algo de surpreendente e diferente.

E acertamos. Que filme incrível! Com certeza o trailer não entrega a história toda, isso seria praticamente impossível. O enredo consegue te surpreender do início até ao fim. Vale a pena cada minuto assistido.

Resumindo, I Am Mother é um filme de suspense/ficção científica que se passa em um futuro pós apocalíptico. Um robô recebeu a missão de repopular a Terra após eventos desconhecidos terem exterminado a raça humana e acabado com as condições de vida no planeta. Esse robô, conhecido por nós como Mãe, cria seu primeiro humano, uma menina, a qual é chamada de Filha.

Tudo corre perfeitamente bem, até que um dia, uma mulher (sim, outro humano) acaba entrando na unidade de repovoamento onde Mãe e Filha moram, e virando a vida delas de ponta cabeça.

O laço afetivo criado no decorrer dos anos entre a humana e o robô, se encontra em perigo quando a nova convidada começa a contar verdades completamente diferentes das que a menina conhecia até então.

É a partir daí que começa o suspense, a ação e as descobertas. Quem é o vilão? Qual é a verdade? Em quem devemos confiar? Que lado a Filha irá escolher? O que realmente aconteceu com o mundo e o que acontece lá fora? São todas perguntas que irão ser respondidas no decorrer do filme.

Eu amei a história, os personagens (principalmente a Mãe) e a fotografia do longa. Valeu a pena cada minuto assistido e eu com certeza indicaria o filme para qualquer pessoa que queira assistir algo fora dos padrões e ter assunto pra debater com alguém por horas.

Nota 10/10!

Review | Obsessão Secreta

dfsgdfg_9UnCm1RVamos falar sobre um dos piores filmes que a Netflix já fez nos últimos tempos?

Pra começar, quando eu assisti ao trailer desse filme de suspense, original Netflix, eu pensei: Deve ter algo de surpreendente no enredo ou no final da história, não é possível. Por que eu pensei isso? Porque o trailer conta TODA a história do filme. Do começo ao fim. Depois de ver o trailer o nome do filme poderia ser Obsessão Nem Tão Secreta Assim.

Começando com o trailer regado de spoilers e que já entregava cada detalhe de cada mistério desenvolvido durante a 1 hora e 37 min do filme, infelizmente Obsessão Secreta não me surpreendeu e conseguiu entrar na minúscula, quase inexistente, lista de filmes que realmente não me agradaram.

O filme conta a história da jovem Jennifer Willians (Brenda Song), que acaba perdendo a memória após ser atropelada por um carro. O fato é que ela só foi atropelada por esse carro, no meio da noite, em meio a uma tempestade, porque estava fugindo de alguém que visivelmente estava tentando matá-la.

Eu já fui mais fã de terror e suspense, mas mesmo não amando mais o gênero nos dias atuais, confesso que senti sim uma certa aflição e medo durante alguns momentos do filme, mesmo sendo cheio de clichês de filmes de suspense.

Eu achei o filme mal montado, cheio de pontas soltas e histórias mal contadas. Os personagens eram vagos e não tinham muita conexão, até mesmo os que eu achei que ia gostar e me conectar melhor, acabaram me decepcionando (vulgo detetive). Tem fatos que foram citados que simplesmente não fazem sentido e coisas que não condizem com a realidade. Eu simplesmente fiquei com aquela cara de ‘O QUE FOI ISSO?’, no final.

Enfim, assistam o trailer e tirem suas próprias conclusões. Pra mim, esse é um filme nota 1/5 (ou menos).

Review | Toy Story 4

Toy-Story-4Amigo, estou aqui! Amigo, estou aqui!

Finalmente depois de longos 9 anos de espera, o quarto e último filme da franquia Toy Story foi lançado. E eu, obviamente, fui assistir no cinema!

O que dizer desse filme que marcou tanto a minha vida todinha? Eu simplesmente amei, principalmente pelo fato de Toy Story 4 marcar o início de uma nova era da Pixar. Eles afirmaram que fizeram um final diferente do que a maioria esperava, que fugia do padrão de decisões dos personagens, já para mostrar o novo rumo que a produtora irá tomar daqui pra frente.

Em Toy Story 4, nossos amados brinquedos viajam em uma aventura com sua nova dona, a Bonnie (lembram da menina que ganhou os brinquedos no final do terceiro filme? Essa mesma). Mas essa viagem acaba se tornando uma aventura, cheia de perigos, descobertas e reencontros.

Minha coisa preferida do filme, com certeza foram os novos personagens. Gabby Gabby, Garfinho, o coelhinho, o patinho e muitos outros, são ABSOLUTAMENTE INCRÍVEIS.

Acontece muita coisa inesperada, você vai soltar muitas gargalhadas e, se tiver coração, vai até chorar algumas lágrimas. EU AMEI esse filme, até mais do que os outros três.

Recomendo de olhos fechados ❤

Review | O Rei Leão – Live Action

MV5BMjIwMjE1Nzc4NV5BMl5BanBnXkFtZTgwNDg4OTA1NzM@._V1_CAN YOU FEEL THE LOOOOVE TONIGHT? 

Desculpa, a emoção ainda não passou. Finalmente assisti o Rei Leão – Live Action no final de semana passado e senti a necessidade de vir aqui contar pra vocês o que eu achei.

Primeiramente é importante ressaltar que eu não cresci vendo Rei Leão, na verdade só vi a animação ano passado, uma única vez e ainda vi em inglês, então não estava esperando a décadas como a maioria das pessoas da minha idade.

Segundamente, não sou nenhuma expert de cinema, então TUDO que eu falo aqui no meu blog é simplesmente a minha opinião e é bem difícil alguma coisa me desagradar haha

Agora vamos aos finalmentes. Eu amei o filme, diferente do que muitos críticos e fãs da franquia falaram. Convenci meu namorado a assistir legendado, então tive o prazer de ouvir a rainha Beyonce cantando e dublando a Nala, o que foi uma das coisas que mais amei no filme.

Concordo com muitos críticos que falaram sobre os leões 100% reais não passarem a mesma emoção dos da animação, mas no final das contas, isso era algo que todos sabiam que ia acontecer.

Eu fiquei impressionada com a fotografia do filme, desde o primeiro momento, tudo foi impecavelmente montado. Eu fiquei de queixo caído o tempo todo.

Acho que não preciso fazer muita propaganda desse clássico. Mesmo se você tem medo de se decepcionar, ASSISTA! Pouquíssimas coisas foram alteradas e, na minha opinião, só foram alteradas para melhor.

Review | Alguém Especial

someone-great-posterHello hello! Como quem é vivo sempre aparece, estou aqui novamente depois de três ou quatro longos meses sem postar nada. E para não perder o costume, vim falar de um filme MARAVILHOSO que assisti no mês de julho: Someone Great (em português, Alguém Especial).

Someone Great é uma comédia romântica, situada em New York City, que conta a história da jovem escritora de críticas musicais, Jenny Young. A Jenny é ninguém mais, ninguém menos do que a nossa tão amada Jane, de Jane The Virgin, mais conhecida como Gina Rodriguez, uma das atrizes mais incríveis da atualidade.

O enredo principal do filme é a história de amor da Jenny com o Nate, seu namorado da época da faculdade, com quem ela está há quase uma década, todas as mudanças do relacionamento, as pedras no caminho e etc, MAS, o arco que mais me prendeu e que eu mais amei, com certeza foi o das três melhores amigas. Jenny, Blair e Erin são amigas desde a época da faculdade e são inseparáveis.

No decorrer do filme, Jenny tenta resolver seus problemas amorosos, passa por altos e baixos, mas sempre ao lado das suas amigas/irmãs. É incrível cair na farra com elas, rir e se identificar com os erros e com os acertos.

Além de tudo isso, o filme ainda conta com uma trilha sonora INCRÍVEL, que eu baixei no Spotify e estou ouvindo em looping.

Esse é o filme perfeito para um sábado a noite com as amigas, comendo brigadeiro e muita pipoca!

Review | The OA (Parte II)

84 anos depois…

Foi assim que eu me senti esperando pela segunda temporada de The OA. Por um breve momento eu até pensei que a série havia sido cancelada, porque eu não sei vocês, mas eu nunca vi uma série ter um intervalo de três anos entre uma temporada e outra.

Mas por bondade divina ela não foi cancelada, e a segunda temporada veio, para explodir nossos cérebros e nos deixar secos por mais uma temporada.

Vou começar indicando a todos que ainda não assistiram a 2ª temporada, que reassistam a 1ª antes de tudo, pois mesmo achando que não, acabamos esquecendo MUITOS detalhes da 1ª que serão muito significativos na 2ª. Feito? Então vamos continuar.15A segunda temporada se divide em duas dimensões. A nova dimensão onde Prairie se reencontra com seu sequestrador e seus colegas de cela, inclusive Homer, e onde centenas de novos mistérios aparecem e devem ser resolvidos. E a antiga dimensão, nossa dimensão, onde o grupo de cinco pessoas que a ajudou na viagem segue em uma busca implacável para ajuda-la, mesmo estando literalmente em dimensões diferentes.

Na nova dimensão somos apresentados a uma Nina Azarova, que vive na melhor cidade do mundo, vulgo San Francisco, e é envolvida em todo tipo de esquema insano. Digamos que a Nina, ou como eu prefiro chamar, Prairie 2.0 versão rica e poderosa, esta muito mais por dentro e no controle de todos os experimentos psiquiátricos e sobrenaturais, do que nossa Prairie estava.

No início da temporada já somos introduzidos a um novo personagem, Karim, um detetive particular que esta em busca de uma menina desaparecida, Michelle Wu (também conhecida por nós como Buck, só que versão menininha). Nessa busca, Karim acaba se envolvendo em um esquema sinistro envolvendo um jogo que supostamente ou enlouquece os seus jogadores, ou os mata. E é ai que a história muda totalmente de proporção.

No inicio da temporada nos sentimos meio divididos, pois existem muitas histórias e núcleos de personagens paralelos para acompanhar, mas com o passar dos episódios, coisas começam a se conectar, e é isso que nos torna dependentes de respostas, como se tivéssemos uma sede incontrolável pra saber como cada história vai se conectar na próxima.

Já conhecemos Prairie Johnson muito bem, mas quem é Nina Azarova? É uma experiência incrível acompanhar o conhecimento de Prairie e Nina, e ver como elas ficam ainda mais fortes juntas.

Entre mansões transformadas em labirintos, jogos que prendem crianças no interior de casas e as fazem enlouquecer, viagens entre dimensões, projetos de analise de sonhos, polvos que veem o futuro e outras mil histórias completamente absurdas, mas que de alguma forma se encaixam e fazem sentido, a segunda temporada de The OA foi uma das coisas mais prazerosas que eu já assisti na vida.

Só digo mais uma coisa: não se assustem com os episódios de 1 hora. VALE A PENA CADA SEGUNDO, eu prometo!

NOTA: 1000/1000!