Sonic 2 é filme de criança? Análise com spoilers

Fui assistir Sonic 2 na semana de estréia e não podia deixar de falar desse filme!

No início do mês de abril meu irmão, que tem 12 anos, me informou que esse filme estaria estreando esse mês e que queria que eu o levasse assistir.

Muito contra a minha vontade eu sentei uma tarde pra assistir Sonic 1, de 2020, e TUDO que eu sabia até então sobre o filme era que eles tiveram aquele problema com o CGI do Sonic, que ele ficou meio assustador e tiveram que reeditar todo o filme pra trocar a animação do protagonista. 

Qual não foi a minha surpresa ao AMAR o primeiro filme e ficar contando as horas pra ver o segundo. 

Infelizmente eu não sou uma das crianças que cresceu jogando todos os jogos e vendo todas as animações do Sonic, eu já sou mais de uma geração Barbie e Ben 10, mas minha irmã, de 34 anos e meu irmão, que é fascinado pelo Sonic, pegaram MUITA referência dos jogos. 

Já eu peguei MUITA referência de filmes, clássicos, desde Star Wars, até Curtindo a Vida Adoidado, Vingadores, Shrek, e sem contar com a trilha sonora FANTÁSTICA, que é sempre algo que me conquista de cara em um filme. 

Tudo que Sonic 1 teve de fofo, tocante e emotivo devido ao abandono do ouriço e o processo dele encontrar uma segunda família, triplica em Sonic 2 com a chegada do Tales e do Knuckles.  

Nesse segundo filme o Dr. Robotnik, interpretado MAGESTOSAMENTE, como sempre, pelo Jim Carrey, retorna do planeta dos cogumelos, onde ele foi preso no primeiro filme pelo Sonic, com a ajuda do Knuckles, que até então tem como missão aniquilar o Sonic e recuperar a tal esmeralda toda poderosa. 

Nesse filme a gente acompanha o Sonic evoluir de um personagem irresponsável, inconsequente e infantil pra um verdadeiro herói. Ele assume a missão dele como protetor da esmeralda e enfrenta todos os maiores medos dele pra honrar a Garra Longa, que é a coruja que criou ele e mandou ele pra Terra. 

Em relação a referências aos jogos, digo isso depois de muita pesquisa e depois de ter visto muitos vídeos, Sonic 2 é muito mais bem trabalhado do que o primeiro. Imagino eu que isso aconteça porque no primeiro eles queriam construir melhor uma história, uma emoção pro Sonic, esse conceito da criança abandonada encontrando uma família. 

Mas nesse segundo eles tiveram todo o tempo de tela pra trabalhar as cenas de ação, as corridas, ele realmente sendo um herói, e as fases do jogo são vistas com muita clareza em várias cenas do filme, desde as fases aquáticas, até o Sonic voando com o Tales, a cena da avalanche, os templos antigos, tudo é fase de jogos. 

Fora tanta referência bacana ao universo dos jogos e filmes, uma das coisas que eu mais gosto nos filmes do Sonic são as mensagens e o conceito de família. 

Eu amo a pequena família que o Tom, a Maddie, o cachorro e o Sonic formam, a forma como mesmo o Sonic não sendo realmente da família, nem humano, eles tratam ele como prioridade, chamam de filho e tudo o mais. E com certeza isso foi muito reforçado no segundo filme. Sabe aqueles adultos que só atrapalham? Esses não são eles. 

Eles são incríveis e com certeza uma peça fundamental nos filmes. E espero que na continuação a gente possa ver mais dos dois sendo ótimos pais pro Knuckles e pro Tales também. 

Lembrando que na cena pós-créditos recebemos aí a confirmação de que o plot do próximo filme será ao redor do Shadow, que é um ouriço espacial criado geneticamente pela família Robotnik, e possivelmente também teremos Amy Rose, a namoradinha do Sonic, mas essa é só especulação até o momento.  

Em um resumo da ópera, Sonic 2 é extremamente superior a Sonic 1, que pra mim já tinha sido FANTÁSTICO, então se você ainda não assistiu esses filmes, seja por qual for o motivo, não perde mais tempo e assista! Porque eu to aqui de prova que ele agrada tanto os fãs do jogo, quanto o público em geral.

Nota: 10/10

Review | The Batman

The Batman (2022) estreou ontem e eu não pude deixar de conferir. Por que sou fã da DC? Não. Porque sou fã do Robert (e de Crepúsculo, fator importante já que grande parte do fanclube sempre prestigia o trabalho dos atores).

E o que foi Robert Pattinson nesse filme? Que ele é um ator espetacular eu não tinha dúvidas, aliás, vocês já assistiram O Diabo de Cada Dia? Porém, ele entregou absolutamente tudo e mais um pouco como Bruce Wayne.

Eu sempre gostei muito do personagem, de longe meu herói favorito do universo da DC, porém, senti uma profundidade e obscuridade no Bruce do Robert que nunca havia sentido antes. O filme como um todo traz uma sensação muito diferente a quem assiste, que remete muito ao que senti assistindo Coringa. Talvez seja a nova forma da DC de contar histórias.

Mesmo tendo 3 horas, pra mim o filme passou voando e poderia ter tranquilamente mais tempo. Entendo que muita gente achou enrolado e que poderia ser menor ou dividido em partes, mas eu, considerando o fato de que sou bem chata com filmes longos, discordo totalmente.

Em acréscimo a isso, acho importante discordar também das pessoas que acham que o enredo ao redor do vilão principal, Charada, não foi bem desenvolvido, devido à presença de outras figuras na história, como Pinguim e Falcone. Ao meu ver, sem o enredo secundário, focado nos personagens do Pinguim, Falcone e Selina (divinamente interpretada por Zoë Kravitz), não seria possível criar o enredo do Charada e do seu plano maligno.

Tudo nesse filme se conecta, nada é deixado para trás.

As cenas de luta são explendidas, comentário que vindo de mim é muito valoroso, pois eu ODEIO violência e não vejo filmes de ação por esse mesmo motivo. E não tenho nem palavras para falar sobre a cena que foi, para mim, a mais incrível do filme, a perseguição de carro entre Batman e Penguim.

Em resumo, o filme todo foi uma experiência única e que eu com certeza repetiria. Até então esse foi o melhor filme que vi no ano, contando com o fato de que já assisti metade da lista de indicados ao Oscar.

Pattinson foi uma estrela, como sempre, e merece ser ovacionado o quanto fo preciso. E agora só posso dizer que estou ansiosa para a continuação desse novo ciclo do nosso famoso morcego.

E vocês, o que acharam do filme?

Review | Tick, Tick… Boom!

Vamos falar de Tick, Tick… Boom!, o filme musical da Netflix estrelando Andrew Garfield e com uma participação mediocre de Vanessa Hudgens.

O filme está concorrendo ao Oscar de Melhor Filme, e devido ao elenco e a esse fato mega importante, resolvi dar uma chance mesmo sabendo que era musical e ODIANDO musicais.

O enredo nos apresenta à Jonathan Larson, um compositor que vive em NY, cujo sonho é produzir peças para a Broadway.

No decorrer do filme acompanhamos toda a pressão que a aproximação de seu aniversário de 30 anos causa no personagem, assim como a forma como ele lida com suas questões relacionadas ao amor, amizade, etc.

Sobre as músicas, algumas são realmente boas, mas eu não sou a pessoa certa para avaliar essa parte, já que, como citei anteriormente, não gosto de musicais. O enredo e os personagens são ótimos, e o filme fica melhor ainda quando você sabe que é baseado em fatos reais (SIM!).

A história é do compositor de mesmo nome, famoso nos 90 por revolucionar a Broadway e a forma de se fazer musicais com seu musical Tick, Tick… Boom! e posteriormente, Rent. Porém, Jonathan morreu aos 35 anos, apenas 5 anos após a narrativa do filme, devido a uma dissecção aórtica.

Enfim, voltando para o filme, não sei porque contrataram Vanessa Hudgens para um papel tão pequeno. Estava animada para vê-la com Andrew na telinha e fiquei decepcionada com seu total de duas falas, sendo ambas “oi”.

Por outro lado, Alexandra Shipp foi uma ótima surpresa, entregando TUDO que eu esperava na Vanessa como a protagonista feminina do longa.

O filme não é ruim, inclusive no quesito musical ele conseguiu uma boa colocação no meu ranking, vista a qualidade da história. Porém, não acho que merecia a indicação ao Oscar de Melhor Filme (novamente, minha opinião), mas talvez merecesse Melhor Ator para Garfield, que entregou mais do que prometido na sua interpretação e cantoria.

E vocês, o que acharam?

Assistidos dos últimos meses

Nesses últimos três meses sem postar nada por aqui, eu assisti muita série e muito filme. Acho que o que me fez deixar um pouco de lado os reviews aqui do blog foi um dos mais novos quadros do canal, o de Assistidos do Mês.

Lá no canal, eu venho postando mensalmente um vídeo falando um pouco sobre todas as coisas que eu assisti no mês (ou quase todas). Hoje, eu decidi compartilhar esses vídeos aqui com vocês, mas nos próximos dias, voltarei a postar minhas opiniões por aqui. Sinto falta de escrever sobre assuntos que eu realmente gosto e que me dão prazer.

Então vamos lá!

Setembro e Outubro/2019

Novembro/2019

Dezembro/2019

Janeiro/Fevereiro 2020

Espero que vocês gostem dos vídeos e se preparem para os reviews que estão oficialmente de volta!

Review | Campo do Medo (In the Tall Grass)

MV5BZjA2ZWU3N2MtY2JkYy00YjFjLWEyZWQtMjQ0MTU0NDk1ZTZmXkEyXkFqcGdeQXVyMTkxNjUyNQ@@._V1_Sinopse: Dois irmãos são surpreendidos após escutarem pedidos de socorro vindos do interior de um matagal no Kansas. Eles decidem atender os chamados de ajuda e entram no local. No entanto, logo descobrem que uma vez lá dentro é impossível sair.

Depois de muito tempo sem postar uma crítica de filme ou série para vocês (como a crítica de cinema renomada que sou), estou aqui hoje para falar de um filme original da Netflix. In The Tall Grass, traduzido para Campo do Medo no Brasil, é um filme de terror sobrenatural lançado em outubro de 2019.

O filme definitivamente cumpre o seu papel de dar alguns sustos e causar um certo pânico em quem assiste, mas poderia ser melhor.

Campo do Medo é um daqueles filmes que você pensa “por que eu estou assistindo isso? Será que posso parar na metade?” diversas vezes. Além de ter uma história e uma linha do tempo completamente confusa (estilo Dark, mas não tão bem explicada), o filme ainda causa muito mais agonia e angustia do que medo.

Depois de algumas discussões sobre o conteúdo do longa, cheguei a conclusão de que não, não é um filme completamente ruim. Ele traz uma abordagem diferente do que a maioria dos filmes de terror vem trazendo nos últimos tempos, surpreende, e por isso pode parecer fraco quando avaliado por cima, por fugir muito dos padrões que conhecemos.

Em um resumo da ópera, não daria uma nota 10 ou uma estrela de ouro para esse filme, mas com certeza indico para os amantes de filmes de terror (o que não é meu caso), e para as pessoas que gostam de um bom quebra-cabeças em forma de filme.

Nota: 5/10

Review | O Mínimo para Viver (To the bone)

to the boneNão deixe a música animada do trailer te enganar, esse filme vai ser uma experiência em um mundo desconhecido para a maioria de nós, um tanto quanto sombrio. E vai ser a oportunidade perfeita para refletir sobre como somos sortudos de acordar e viver todos os dias.

To The Bone, em português, O Mínimo Para Viver, conta a história da jovem Ellen (Lily Collins), uma garota que, aos 20 anos, luta contra a anorexia.

Durante os 107 minutos de filme, temos muitas chances de criar um antagonismo pela protagonista, que desde o primeiro momento se mostra relutante, teimosa ao extremo e um tanto quanto ignorante quando se trata das pessoas que querem ajuda-la. Mas, felizmente, com o tempo conseguimos entender melhor os dois lados da moeda e desenvolver uma afeição pela garota.

Quando Ellen não sabe mais para onde correr, ou o que fazer para se curar, ela é enviada a uma das clínicas de recuperação para jovens com distúrbios alimentares mais popular dos EUA, onde fica aos cuidados do Dr. William Beckham (Keanu Reeves). Lá, conhecemos personagens incríveis como o jovem Luke (Alex Sharp), que não poupa esforços para fazer a mocinha melhorar.

Com altos e baixos, acompanhamos a evolução não apenas da Ellen, mas também de todos os jovens que vivem na clínica. Acompanhamos dramas familiares que visivelmente afetam na saúde dos jovens, além de aprendermos de uma forma completamente diferente a valorizarmos o que temos.

Esse filme foi uma surpresa pra mim, fiquei impressionada em como ele aborda de uma forma madura um assunto tão sério quanto os distúrbios alimentares. Eu com certeza indico ele pra todos vocês!

Review | I am mother

I-am-mother3Quando eu já tinha praticamente desistido dos filmes originais Netflix, I Am Mother surgiu como sugestão na televisão. Assistimos o trailer, parecia entregar a história toda, assim como Obsessão Secreta, porém, acreditamos por um momento que poderia ter algo de surpreendente e diferente.

E acertamos. Que filme incrível! Com certeza o trailer não entrega a história toda, isso seria praticamente impossível. O enredo consegue te surpreender do início até ao fim. Vale a pena cada minuto assistido.

Resumindo, I Am Mother é um filme de suspense/ficção científica que se passa em um futuro pós apocalíptico. Um robô recebeu a missão de repopular a Terra após eventos desconhecidos terem exterminado a raça humana e acabado com as condições de vida no planeta. Esse robô, conhecido por nós como Mãe, cria seu primeiro humano, uma menina, a qual é chamada de Filha.

Tudo corre perfeitamente bem, até que um dia, uma mulher (sim, outro humano) acaba entrando na unidade de repovoamento onde Mãe e Filha moram, e virando a vida delas de ponta cabeça.

O laço afetivo criado no decorrer dos anos entre a humana e o robô, se encontra em perigo quando a nova convidada começa a contar verdades completamente diferentes das que a menina conhecia até então.

É a partir daí que começa o suspense, a ação e as descobertas. Quem é o vilão? Qual é a verdade? Em quem devemos confiar? Que lado a Filha irá escolher? O que realmente aconteceu com o mundo e o que acontece lá fora? São todas perguntas que irão ser respondidas no decorrer do filme.

Eu amei a história, os personagens (principalmente a Mãe) e a fotografia do longa. Valeu a pena cada minuto assistido e eu com certeza indicaria o filme para qualquer pessoa que queira assistir algo fora dos padrões e ter assunto pra debater com alguém por horas.

Nota 10/10!

Review | Obsessão Secreta

dfsgdfg_9UnCm1RVamos falar sobre um dos piores filmes que a Netflix já fez nos últimos tempos?

Pra começar, quando eu assisti ao trailer desse filme de suspense, original Netflix, eu pensei: Deve ter algo de surpreendente no enredo ou no final da história, não é possível. Por que eu pensei isso? Porque o trailer conta TODA a história do filme. Do começo ao fim. Depois de ver o trailer o nome do filme poderia ser Obsessão Nem Tão Secreta Assim.

Começando com o trailer regado de spoilers e que já entregava cada detalhe de cada mistério desenvolvido durante a 1 hora e 37 min do filme, infelizmente Obsessão Secreta não me surpreendeu e conseguiu entrar na minúscula, quase inexistente, lista de filmes que realmente não me agradaram.

O filme conta a história da jovem Jennifer Willians (Brenda Song), que acaba perdendo a memória após ser atropelada por um carro. O fato é que ela só foi atropelada por esse carro, no meio da noite, em meio a uma tempestade, porque estava fugindo de alguém que visivelmente estava tentando matá-la.

Eu já fui mais fã de terror e suspense, mas mesmo não amando mais o gênero nos dias atuais, confesso que senti sim uma certa aflição e medo durante alguns momentos do filme, mesmo sendo cheio de clichês de filmes de suspense.

Eu achei o filme mal montado, cheio de pontas soltas e histórias mal contadas. Os personagens eram vagos e não tinham muita conexão, até mesmo os que eu achei que ia gostar e me conectar melhor, acabaram me decepcionando (vulgo detetive). Tem fatos que foram citados que simplesmente não fazem sentido e coisas que não condizem com a realidade. Eu simplesmente fiquei com aquela cara de ‘O QUE FOI ISSO?’, no final.

Enfim, assistam o trailer e tirem suas próprias conclusões. Pra mim, esse é um filme nota 1/5 (ou menos).

Review | Toy Story 4

Toy-Story-4Amigo, estou aqui! Amigo, estou aqui!

Finalmente depois de longos 9 anos de espera, o quarto e último filme da franquia Toy Story foi lançado. E eu, obviamente, fui assistir no cinema!

O que dizer desse filme que marcou tanto a minha vida todinha? Eu simplesmente amei, principalmente pelo fato de Toy Story 4 marcar o início de uma nova era da Pixar. Eles afirmaram que fizeram um final diferente do que a maioria esperava, que fugia do padrão de decisões dos personagens, já para mostrar o novo rumo que a produtora irá tomar daqui pra frente.

Em Toy Story 4, nossos amados brinquedos viajam em uma aventura com sua nova dona, a Bonnie (lembram da menina que ganhou os brinquedos no final do terceiro filme? Essa mesma). Mas essa viagem acaba se tornando uma aventura, cheia de perigos, descobertas e reencontros.

Minha coisa preferida do filme, com certeza foram os novos personagens. Gabby Gabby, Garfinho, o coelhinho, o patinho e muitos outros, são ABSOLUTAMENTE INCRÍVEIS.

Acontece muita coisa inesperada, você vai soltar muitas gargalhadas e, se tiver coração, vai até chorar algumas lágrimas. EU AMEI esse filme, até mais do que os outros três.

Recomendo de olhos fechados ❤

Review | O Rei Leão – Live Action

MV5BMjIwMjE1Nzc4NV5BMl5BanBnXkFtZTgwNDg4OTA1NzM@._V1_CAN YOU FEEL THE LOOOOVE TONIGHT? 

Desculpa, a emoção ainda não passou. Finalmente assisti o Rei Leão – Live Action no final de semana passado e senti a necessidade de vir aqui contar pra vocês o que eu achei.

Primeiramente é importante ressaltar que eu não cresci vendo Rei Leão, na verdade só vi a animação ano passado, uma única vez e ainda vi em inglês, então não estava esperando a décadas como a maioria das pessoas da minha idade.

Segundamente, não sou nenhuma expert de cinema, então TUDO que eu falo aqui no meu blog é simplesmente a minha opinião e é bem difícil alguma coisa me desagradar haha

Agora vamos aos finalmentes. Eu amei o filme, diferente do que muitos críticos e fãs da franquia falaram. Convenci meu namorado a assistir legendado, então tive o prazer de ouvir a rainha Beyonce cantando e dublando a Nala, o que foi uma das coisas que mais amei no filme.

Concordo com muitos críticos que falaram sobre os leões 100% reais não passarem a mesma emoção dos da animação, mas no final das contas, isso era algo que todos sabiam que ia acontecer.

Eu fiquei impressionada com a fotografia do filme, desde o primeiro momento, tudo foi impecavelmente montado. Eu fiquei de queixo caído o tempo todo.

Acho que não preciso fazer muita propaganda desse clássico. Mesmo se você tem medo de se decepcionar, ASSISTA! Pouquíssimas coisas foram alteradas e, na minha opinião, só foram alteradas para melhor.