Resenha | O casamento da empregada

Começo essa resenha com uma pergunta simples: precisava?

Este conto se passa no longo intervalo entre O segredo da empregada e A empregada está de olho, segundo e terceiro livros da série, e pode ser lido após qualquer um dos dois.

Dito isso, eu entendo que os ‘fãs’ da trilogia A Empregada, assim como eu, ficaram frustrados ao descobrir que o terceiro livro se passava ANOS depois do segundo e que a Millie e o Enzo já tinham dois filhos crescidos, indo pra escola etc etc. EU ENTENDO. Porém, tenho certeza que nenhum de nós esperava por esse conto absolutamente meia boca de 94 páginas como uma “reparação” pelo tempo perdido.

Eu comecei o conto com expectativas altas, a Freida usou o macete de sempre de dar um pequeno spoiler de uma cena de ação na primeira página pra gerar curiosidade e até aí tudo bem, porém, ACABOU POR AÍ.

O conto é um grande nada com nada, literalmente apenas uma narração bem morna do dia do casamento da Millie e do Enzo, uma representação fofinha de como eles são lindos juntos (isso a gente já sabia né), e uma tentativa frustrada de adicionar um pouco de suspense em um momento que não precisava. Nossa menina não pode ter um dia de paz?

Enfim, achei morno, achei curto demais (Espetacular, o conto de Natal de Caraval tem 205 páginas… tava com preguiça dona Freida?), não soma nada na história e mal e porcamente cumpre o objetivo de “matar a saudade” dos personagens.

Se estiver lendo a trilogia A Empregada, pode pular esse aqui, ou leia também, é tão curto que nem faz diferença.

Nota: ⭐