Assistidos dos últimos meses

Nesses últimos três meses sem postar nada por aqui, eu assisti muita série e muito filme. Acho que o que me fez deixar um pouco de lado os reviews aqui do blog foi um dos mais novos quadros do canal, o de Assistidos do Mês.

Lá no canal, eu venho postando mensalmente um vídeo falando um pouco sobre todas as coisas que eu assisti no mês (ou quase todas). Hoje, eu decidi compartilhar esses vídeos aqui com vocês, mas nos próximos dias, voltarei a postar minhas opiniões por aqui. Sinto falta de escrever sobre assuntos que eu realmente gosto e que me dão prazer.

Então vamos lá!

Setembro e Outubro/2019

Novembro/2019

Dezembro/2019

Janeiro/Fevereiro 2020

Espero que vocês gostem dos vídeos e se preparem para os reviews que estão oficialmente de volta!

Review | Campo do Medo (In the Tall Grass)

MV5BZjA2ZWU3N2MtY2JkYy00YjFjLWEyZWQtMjQ0MTU0NDk1ZTZmXkEyXkFqcGdeQXVyMTkxNjUyNQ@@._V1_Sinopse: Dois irmãos são surpreendidos após escutarem pedidos de socorro vindos do interior de um matagal no Kansas. Eles decidem atender os chamados de ajuda e entram no local. No entanto, logo descobrem que uma vez lá dentro é impossível sair.

Depois de muito tempo sem postar uma crítica de filme ou série para vocês (como a crítica de cinema renomada que sou), estou aqui hoje para falar de um filme original da Netflix. In The Tall Grass, traduzido para Campo do Medo no Brasil, é um filme de terror sobrenatural lançado em outubro de 2019.

O filme definitivamente cumpre o seu papel de dar alguns sustos e causar um certo pânico em quem assiste, mas poderia ser melhor.

Campo do Medo é um daqueles filmes que você pensa “por que eu estou assistindo isso? Será que posso parar na metade?” diversas vezes. Além de ter uma história e uma linha do tempo completamente confusa (estilo Dark, mas não tão bem explicada), o filme ainda causa muito mais agonia e angustia do que medo.

Depois de algumas discussões sobre o conteúdo do longa, cheguei a conclusão de que não, não é um filme completamente ruim. Ele traz uma abordagem diferente do que a maioria dos filmes de terror vem trazendo nos últimos tempos, surpreende, e por isso pode parecer fraco quando avaliado por cima, por fugir muito dos padrões que conhecemos.

Em um resumo da ópera, não daria uma nota 10 ou uma estrela de ouro para esse filme, mas com certeza indico para os amantes de filmes de terror (o que não é meu caso), e para as pessoas que gostam de um bom quebra-cabeças em forma de filme.

Nota: 5/10

Review | I am mother

I-am-mother3Quando eu já tinha praticamente desistido dos filmes originais Netflix, I Am Mother surgiu como sugestão na televisão. Assistimos o trailer, parecia entregar a história toda, assim como Obsessão Secreta, porém, acreditamos por um momento que poderia ter algo de surpreendente e diferente.

E acertamos. Que filme incrível! Com certeza o trailer não entrega a história toda, isso seria praticamente impossível. O enredo consegue te surpreender do início até ao fim. Vale a pena cada minuto assistido.

Resumindo, I Am Mother é um filme de suspense/ficção científica que se passa em um futuro pós apocalíptico. Um robô recebeu a missão de repopular a Terra após eventos desconhecidos terem exterminado a raça humana e acabado com as condições de vida no planeta. Esse robô, conhecido por nós como Mãe, cria seu primeiro humano, uma menina, a qual é chamada de Filha.

Tudo corre perfeitamente bem, até que um dia, uma mulher (sim, outro humano) acaba entrando na unidade de repovoamento onde Mãe e Filha moram, e virando a vida delas de ponta cabeça.

O laço afetivo criado no decorrer dos anos entre a humana e o robô, se encontra em perigo quando a nova convidada começa a contar verdades completamente diferentes das que a menina conhecia até então.

É a partir daí que começa o suspense, a ação e as descobertas. Quem é o vilão? Qual é a verdade? Em quem devemos confiar? Que lado a Filha irá escolher? O que realmente aconteceu com o mundo e o que acontece lá fora? São todas perguntas que irão ser respondidas no decorrer do filme.

Eu amei a história, os personagens (principalmente a Mãe) e a fotografia do longa. Valeu a pena cada minuto assistido e eu com certeza indicaria o filme para qualquer pessoa que queira assistir algo fora dos padrões e ter assunto pra debater com alguém por horas.

Nota 10/10!

Review | Obsessão Secreta

dfsgdfg_9UnCm1RVamos falar sobre um dos piores filmes que a Netflix já fez nos últimos tempos?

Pra começar, quando eu assisti ao trailer desse filme de suspense, original Netflix, eu pensei: Deve ter algo de surpreendente no enredo ou no final da história, não é possível. Por que eu pensei isso? Porque o trailer conta TODA a história do filme. Do começo ao fim. Depois de ver o trailer o nome do filme poderia ser Obsessão Nem Tão Secreta Assim.

Começando com o trailer regado de spoilers e que já entregava cada detalhe de cada mistério desenvolvido durante a 1 hora e 37 min do filme, infelizmente Obsessão Secreta não me surpreendeu e conseguiu entrar na minúscula, quase inexistente, lista de filmes que realmente não me agradaram.

O filme conta a história da jovem Jennifer Willians (Brenda Song), que acaba perdendo a memória após ser atropelada por um carro. O fato é que ela só foi atropelada por esse carro, no meio da noite, em meio a uma tempestade, porque estava fugindo de alguém que visivelmente estava tentando matá-la.

Eu já fui mais fã de terror e suspense, mas mesmo não amando mais o gênero nos dias atuais, confesso que senti sim uma certa aflição e medo durante alguns momentos do filme, mesmo sendo cheio de clichês de filmes de suspense.

Eu achei o filme mal montado, cheio de pontas soltas e histórias mal contadas. Os personagens eram vagos e não tinham muita conexão, até mesmo os que eu achei que ia gostar e me conectar melhor, acabaram me decepcionando (vulgo detetive). Tem fatos que foram citados que simplesmente não fazem sentido e coisas que não condizem com a realidade. Eu simplesmente fiquei com aquela cara de ‘O QUE FOI ISSO?’, no final.

Enfim, assistam o trailer e tirem suas próprias conclusões. Pra mim, esse é um filme nota 1/5 (ou menos).

Review | O Rei Leão – Live Action

MV5BMjIwMjE1Nzc4NV5BMl5BanBnXkFtZTgwNDg4OTA1NzM@._V1_CAN YOU FEEL THE LOOOOVE TONIGHT? 

Desculpa, a emoção ainda não passou. Finalmente assisti o Rei Leão – Live Action no final de semana passado e senti a necessidade de vir aqui contar pra vocês o que eu achei.

Primeiramente é importante ressaltar que eu não cresci vendo Rei Leão, na verdade só vi a animação ano passado, uma única vez e ainda vi em inglês, então não estava esperando a décadas como a maioria das pessoas da minha idade.

Segundamente, não sou nenhuma expert de cinema, então TUDO que eu falo aqui no meu blog é simplesmente a minha opinião e é bem difícil alguma coisa me desagradar haha

Agora vamos aos finalmentes. Eu amei o filme, diferente do que muitos críticos e fãs da franquia falaram. Convenci meu namorado a assistir legendado, então tive o prazer de ouvir a rainha Beyonce cantando e dublando a Nala, o que foi uma das coisas que mais amei no filme.

Concordo com muitos críticos que falaram sobre os leões 100% reais não passarem a mesma emoção dos da animação, mas no final das contas, isso era algo que todos sabiam que ia acontecer.

Eu fiquei impressionada com a fotografia do filme, desde o primeiro momento, tudo foi impecavelmente montado. Eu fiquei de queixo caído o tempo todo.

Acho que não preciso fazer muita propaganda desse clássico. Mesmo se você tem medo de se decepcionar, ASSISTA! Pouquíssimas coisas foram alteradas e, na minha opinião, só foram alteradas para melhor.

Review | Alguém Especial

someone-great-posterHello hello! Como quem é vivo sempre aparece, estou aqui novamente depois de três ou quatro longos meses sem postar nada. E para não perder o costume, vim falar de um filme MARAVILHOSO que assisti no mês de julho: Someone Great (em português, Alguém Especial).

Someone Great é uma comédia romântica, situada em New York City, que conta a história da jovem escritora de críticas musicais, Jenny Young. A Jenny é ninguém mais, ninguém menos do que a nossa tão amada Jane, de Jane The Virgin, mais conhecida como Gina Rodriguez, uma das atrizes mais incríveis da atualidade.

O enredo principal do filme é a história de amor da Jenny com o Nate, seu namorado da época da faculdade, com quem ela está há quase uma década, todas as mudanças do relacionamento, as pedras no caminho e etc, MAS, o arco que mais me prendeu e que eu mais amei, com certeza foi o das três melhores amigas. Jenny, Blair e Erin são amigas desde a época da faculdade e são inseparáveis.

No decorrer do filme, Jenny tenta resolver seus problemas amorosos, passa por altos e baixos, mas sempre ao lado das suas amigas/irmãs. É incrível cair na farra com elas, rir e se identificar com os erros e com os acertos.

Além de tudo isso, o filme ainda conta com uma trilha sonora INCRÍVEL, que eu baixei no Spotify e estou ouvindo em looping.

Esse é o filme perfeito para um sábado a noite com as amigas, comendo brigadeiro e muita pipoca!

Crítica de Orphan Black: Muito mais do que clones

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Da esquerda para a direita: Beth, Helena, Sarah, Alison e Cosima

A série estreou em março de 2013 e teve sua quinta e última temporada finalizada em agosto de 2017, mas foi apenas em outubro de 2018 que eu conheci essa obra prima da televisão.

Orphan Black é uma série de ficção científica que conta a história de um instituto (DYAD) que cria ilegalmente um programa de clonagem humana, chamado LEDA. Desse programa surgem centenas de seres humanos absolutamente idênticos, que foram espalhados ao redor do mundo.

A vida da protagonista, Sarah Manning, muda completamente quando ela desce de um trem e encontra com uma mulher idêntica a si mesma, Beth Childs, pouco antes da mesma se jogar nos trilhos de trem e morrer. Em um ato de desespero, Sarah rouba os documentos da até então desconhecida e assume sua vida (BIG MISTAKE!). E é aqui que ela nos introduz ao mundo dos clones, a Alison e a Cosima.

E o que falar sobre Tatiana Maslany? Magnificamente a atriz da vida a no mínimo 11 clones diferentes, cada um completamente diferente do outro e único do seu jeito. O núcleo principal é formado pelas “sestras”: Sarah, Helena, Alison e Cosima, além da Rachel, que é a antagonista por ter sido criada pelo laboratório e se achar superior a todos os outros clones, e outras personagens que conhecemos ao longo da história, como a alemã Katja, a manicure Krystal, o transexual Tony e a maga da internet MiKa, todos são interpretados por Tatiana.

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Sarah e Helena descobrem que são irmãs biológicas. As gêmeas são as únicas LEDAS férteis e que se mantiveram fora do sistema e sem monitores durante toda sua vida.

Saindo do clube dos clones, encontramos outros personagens tão importantes quanto as meninas, e que também roubaram nosso coração durante essas cinco temporadas. Entre eles estão Felix, o maravilhoso irmão adotivo da Sarah, com seu sotaque britânico, suas obras de arte e sua fidelidade a causa a qualquer custo; Arthur, ex parceiro da Beth na polícia, um dos personagens que mais ajudou desde a primeira temporada, se não fosse por ele nada teria acontecido; Siobhan, o hino de mãe adotiva da Sarah, que após algumas temporadas se revela uma guerreira feroz, uma mulher imbatível e determinada, uma das melhores personagens da trama; Donnie Hendrix, o marido da Alison, que no começo era só um idiota do subúrbio, mas depois se tornou o suporte e a ancora que manteve Helena e Alison com a cabeça no lugar e vivas; Delphine Cormier, a francesa que chegou para roubar o coração da nossa Cosima, e também para salvar a pátria, tipo, centenas de vezes, entre muitos outros.

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Da esquerda para a direita: Delphine Cormier, Arthur, Siobhan, Paul (outro personagem marcante) e Donnie Hendrix

Orphan Black é mais do que uma série sobre clonagem humana, é uma série sobre amor, sobre família, sobre mulheres idênticas fisicamente, mas completamente diferentes por dentro, que se encontram, e fazem umas das outras suas irmãs, e lutam umas pelas outras como se fossem uma só. Isso é o que torna essa série tão linda, as conexões, os elos entre os personagens e como eles nos levam para dentro da história e nos fazem sentir parte daquela família, daquele clube.

A última temporada nos deu exatamente o tipo de final que eu AMO, sabe aqueles finais bem estilo novela da Globo? Todas as respostas foram respondidas, tivemos um pequeno pulo no tempo e pudemos acompanhar como a vida de cada uma das “sestras” finalmente entrou nos eixos. Helena com seus gêmeos, os quais foram nomeados após os homens da sua vida, Arthur e Donnie, Alison retomando sua vida e vivendo o relacionamento lindo que ela tem com o Donnie, Cosima finalmente em paz com a mulher da sua vida, viajando mundo a fora curando as outras LEDAS e Sarah, oh Sarah, ainda tentando descobrir seu propósito no mundo e aprendendo a ser feliz.

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As “sestras” na última cena, onde Helena lê o livro das suas memórias, que ela nomeou de Orphan Black

Meu coração já esta partido de saudades de uma das melhores séries que eu já tive o prazer de assistir, mas agora tudo que eu posso fazer é recomenda-la para vocês! Espero que gostem, me agradeçam depois haha

Um estilo de vida chamado ‘Gilmore Girls’

Hoje eu vim falar pra vocês sobre uma das minhas séries preferidas da vida: GILMORE GIRLS (em português: tal mãe, tal filha)!

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O núcleo principal na maioria das temporadas

A série gira em torno da relação entre a mãe, Lorelai Gilmore (Lauren Graham), e a filha Rory Gilmore (Alexis Bledel). As duas vivem na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, onde encontramos personagens bem peculiares e onde se criam histórias incríveis.

Apesar do foco ser na dupla de protagonistas, ao longo das 7 temporadas da série, acompanhamos o desenvolvimento de todo um núcleo de personagens, como os avós da Rory, Emily e Richard Gilmore, socialites dos quais a filha, Lorelai, quer manter a maior distância possível, ou os três mocinhos que roubam o coração da Rory durante a série, Dean, Jess e Logan (um mais lindo que o outro).

Ao passar das temporadas somos apresentados a todos os tipos de cenários, tratando de praticamente todo assunto presente no cotidiano de uma pessoa, assim como família, romance, educação, amizade, ambições e decepções, divisões raciais, religiosas e de classes sociais.

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Da esquerda para a direita: Jess, Dean e Logan. Os namorados da Rory.

Como as próprias personagens diriam ‘Gilmore Girls não é apenas uma série, é um estilo de vida, uma religião’. Eu assisti as 7 temporadas em uma maratona incessável no Netflix, em meados de 2017. Decorei as falas, peguei as manias dos personagens e cantei a melhor música de abertura da histórias das músicas de abertura milhões de vezes.

Gilmore Girls te conquista desde a primeira temporada, e te mantem fiel até a última, ou melhor, até a temporada extra que saiu no Netflix em novembro de 2016, onde podemos ver a vida dos nossos personagens preferidos, anos depois do final de 2007.

Sem mais delongas, assistam ao trailer da série e ao trailer da nova temporada que saiu em 2016, A Year In The Life.

AAAAAAAAAAAH VOCÊS NÃO SABEM O QUÃO ANIMADA EU ESTOU DE COMPARTILHAR MINHA FORMA DE VIDA COM VOCÊS! Assistam, e eu espero que vocês amem tanto quanto eu ❤

Review | A Maldição da Residência Hill

MV5BMTU4NzA4MDEwNF5BMl5BanBnXkFtZTgwMTQxODYzNjM@._V1_ Abram alas para a melhor série de terror da história das séries de terror! A Maldição da Residência Hill estreou no dia 12 de outubro, na plataforma do Netflix.

A série conta a história de cinco irmãos (Shirley, Theo, Nell, Luke e Steven) que cresceram em uma mansão mal-assombrada, e são atormentados por isso pelo resto de suas vidas. Após a morte da irmã mais nova, os irmãos retornam a mansão para lutar com os fantasmas do seu passado, e isso nos proporciona algumas das melhores cenas da série.

Pra começar, a trama se passa em duas linhas de tempo diferentes, uma delas sendo a época em que a família se mudou para a casa, quando os irmãos ainda eram crianças e todo mundo era são. E a outra se passa no ‘presente’, com os irmãos já adultos, fora da casa.

Os cinco primeiros episódios da série nos introduzem a história e as coisas que acontecem na residência, e cada episódio foca em mostrar como cada um dos cinco irmãos viu os acontecimentos, lidou com a experiência traumática e seguiu em frente. Esses episódios abordam assuntos extremamente importantes e delicados, como assédio, vício e saúde mental. A-MAldição-da-Residência-Hill-Família-CrainTodo o elenco, tanto o infantil quanto o adulto, foi excepcionalmente bem escolhido, e os atores conseguiram com maestria nos envolver e nos trazer para perto, ou até mesmo para dentro da história. Nós nos apegamos, amamos e sofremos junto com cada personagem.

Após os cinco primeiros episódios focados em cada um dos irmãos Crain, o restante da temporada se desenrola ao redor da casa em si, em sua história e no que aconteceu na noite em que os Crain fugiram da mansão e que Olivia (a mãe) se suicidou.

Eu, Fernanda, odeio terror, e admito que nunca gostei tanto de uma série e me senti tão mal com o final quanto com A Maldição da Residência Hill. Eu sinto saudades, quero saber mais, chorei com a morte dos personagens, fiquei de queixo caído com as revelações dos últimos episódios, e sinceramente, gritei em VÁRIAS partes de tanto medo. Então, acho que só me resta falar uma coisa: ASSISTAM A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL, AGORA! Se você ainda não assistiu, não sabe o que esta perdendo.

Review | O Mundo Sombrio de Sabrina

     Vocês já ouviram falar da nova série do netflix que viralizou no mundo todo? Eu estou falando de O Mundo Sombrio de Sabrina, e se você ainda não ouviu, agora é a hora!
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     Primeiramente é importante ressaltar que sim, essa é uma série inspirada em Sabrina, a bruxa adolescente, aquela série que a gente via na Globo quando eramos bem novinhos e que teve filme, desenho animado e tudo que tem direito. Só que essa versão, como já diz o nome, explora uma história beeeem mais dark e assustadora.
     A série conta a história de Sabrina Spellman, interpretada pela MARAVILHOSA Kiernan Shipka, que nas vésperas de seu aniversário  de 16 anos, tem de tomar a maior decisão da sua vida, escolher entre o mundo das bruxas e o mundo dos mortais. Isso porque a Sabrina é filha de um bruxo com uma mortal.
     Vou começar dizendo que a fotografia dessa série é de tirar o chapéu. Sério, eu como leiga que sou, que entendo tanto quanto qualquer pessoa, talvez um pouco mais, sobre paleta de cores, ângulos e etc, posso dizer que aplaudi de pé a fotografia de Sabrina. Eles utilizaram na maioria das cenas uma técnica (que eu obviamente não sei o nome), que desfoca as laterais do vídeo, focando apenas no centro da tela. Confesso que no começo isso me deu um pouco de labirintite, mas com o passar dos episódios percebi que ainda deixava a série com um ar mais sombrio e assustador.
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     A paleta de cores e os tons usados também ajudaram muito a manter aquele clima de suspense e terror, eles focam muito no preto e no vermelho vibrante, deixando todas as outras cores menos saturadas e mais no segundo plano.
     Como eu era muito pequena, não me recordo direito se todos os personagens de o Mundo Sombrio de Sabrina estavam em Sabrina a bruxa adolescente, mas sei que pelo menos o grupo principal se manteve o mesmo. Sabrina, Hilda e Zelda Spellman, Harvey e Salem são personagens que continuam conosco desde a série de 1996, fora outros personagens incríveis que vão se desenvolvendo com a trama.
     No fim das contas eu assisti toda a primeira temporada em questão de dias e só posso dizer que super indico essa série pra todos vocês. O elenco, o enredo, a trilha sonora então, AH, é incrível! Fora as dezenas de cenas FENOMENAIS e BEEEM assustadoras que vão te fazer sonhar com Sabrina durante a noite.
     E um bônus disso tudo ainda é que futuramente teremos um crossover de Sabrina com nada mais, nada menos do que RIVERDALE! SIIIIM. E então, o que vocês estão esperando pra correr pro NETFLIX e maratonar essa série maravilhosa?