Review | One day (Um dia)

Vamos falar sobre o pior filme de romance que eu já assisti em toda a minha vida?

200px-One_Day_PosterSinopse: Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgess) se conheceram na faculdade, em 15 de julho. Esta data serve de base para acompanhar a vida deles ao longo de 20 anos. Neste período Emma enfrenta dificuldades para ser bem sucedida na carreira, enquanto Dexter consegue sucesso fácil, tanto no trabalho quanto com as mulheres. A vida de ambos passa por várias outras pessoas, mas sempre está, de alguma forma, interligada.

Na minha opinião…

Um dia é o clássico livro de romance que virou filme. E eu já começo essa crítica deixando bem claro que eu nunca li o livro, portando tudo que vai ser dito aqui é apenas sobre o filme. Okay?

Um dia trás uma ideia muito legal, na qual eles tentaram contar a história do casal pra gente, mostrando apenas um dia por ano da vida deles, durante 2 décadas. Essa ideia poderia sim ser aproveitada pra fazer um filme incrível, envolvente e apaixonante, mas não foi o caso.

Desde o início eu achei o filme entediante e monótono, era até difícil conseguir fixar a atenção no que estava acontecendo. Outra coisa que também me deixou muito incomodada foi a palheta de cores utilizada no filme, cores frias, opacas e tristes, que automaticamente te remetem a tristeza, que mesmo sendo o que os personagens sentiram em 90% do tempo, não é algo que um filme de romance deveria transmitir para o telespectador em 90% do tempo.

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Emma e Dexter se conhecem em 15 de julho de 1988, e depois dai, tomaram rumos completamente diferentes. Emma passou boa parte dos 20 anos que se passaram, lutando para conseguir formar uma carreira para si, vivendo um romance extremamente enjoativo com um amigo de anos, enquanto Dexter esbanjava de muito dinheiro, uma carreira de sucesso na TV, drogas e todas as mulheres que ele quisesse ter.

Eles tentam nos convencer durante todo o tempo de que os dois se amam, de que no fundo, mesmo depois de tudo, eles se amam. Mas o filme em momento algum passa qualquer fagulha de amor sequer. O filme todo é frio, sem química, sem romance, sem paixão. Frio assim como suas cores.

Sim, a vida não é sempre um mar de rosas. Sim, a ideia de demonstrar como uma pessoa conhecida ao acaso pode acabar se tornando alguém de suma importância nas nossas vidas, e como as pessoas mudam com os anos, assim como seus desejos, sonhos e amores é uma ótima ideia. Mas eles foram longe demais na dor, e não foram nem mesmo rasos na parte do amor. Acabamos o filme com um peso no coração, pena, angustia e dor, e nem um misero gostinho do que um verdadeiro romance deveria nos fazer sentir.

Mesmo a vida não sendo um mar de rosas, a gente nunca espera ao assistir um romance, mergulhar em um mar de espinhos sem fim.

Após muitas críticas positivas eu finalmente resolvi ceder a esse filme, com a expectativa de que seria incrível, e infelizmente não foi o que eu esperava!

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