Compras da 29ª Feira do Livro de Caxias do Sul

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Hoje (sim, hoje haha) começou a 29ª feira do livro aqui na minha cidade, e eu não pude esperar e corri gastar todo (o pouco) dinheiro que eu tinha.

Enfim, comprei esses três tesouros: Os delírios de consumo de Becky Bloom (que levei séculos pra achar, e não achei nem no meu amado submarino), Entre o amor e a paixão (continuação de Belle, um livro fantástico que eu ainda vou resenhar) e Bling Ring, que eu espero que seja bom, já que ainda nem vi o filme para ter uma noção.

A feira ainda vai continuar na cidade por mais duas semanas, então provavelmente farei um post falando sobre ela e mostrando algumas fotos dos eventos (chatinhos, mas ainda assim eventos haha).

Voltando aos livros, eu tinha uma mini-lista de 8 livros para procurar na feira, entre eles estavam: Dezesseis Luas, A seleção, Ponte em Chamas, Diários de Carrie, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, Divergente, Perversas e O Herói Perdido.

Da lista eu acabei comprando dois. Perversas eu comprei no submarino ontem a noite, o que é um caso a parte, e Os delírios de consumo de Becky Bloom eu só acabei comprando porque não achei em nenhum site na internet.

Agora a ansiedade esta a mil e não faço ideia de qual dos três ler primeiro, sem contar que em cinco dias minha compra do submarino chega também. E ai, qual vocês leriam primeiro?

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Repetindo, não liguem para a qualidade dessas fotos haha (câmera herdada de família é isso ai)

Resenha: Rangers – Ordem dos Arqueiros (Livro 1: Ruínas de Gorlan)

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Sinopse: “Durante a vida inteira, o pequeno e frágil Will sonhou em ser um forte e bravo guerreiro, como o pai, que ele nunca conheceu. Por isso, ficou arrasado quando não conseguiu entrar para a Escola de Guerra. A partir daí, sua vida tomou um rumo inesperado: ele se tornou o aprendiz de Halt, o misterioso arqueiro, que muitos acreditam ter habilidades que só podem ser resultado de alguma feitiçaria. Relutante, Will aprendeu a usar as armas secretas dos arqueiros: o arco, a flecha, uma capa manchada e… um pequeno pônei muito teimoso. Podem não ser a espada e o cavalo que ele desejava, mas foi com eles que Will e Halt partiram em uma perigosa missão: impedir o assassinato do rei. Essa será uma viagem de descobertas e aventuras fantásticas, na qual Will aprenderá que as armas dos arqueiros são muito mais valiosas do que ele imaginava”

Resenha: Esse livro entrou imediatamente na minha lista de preferidos e também nos livros que eu não consegui mais largar depois que comecei a leitura,

Sim, admito que como todo livro que eu leio, demorei mais do que uma semana pra ler (pouco tempo, entre outras coisas), mas todo o tempo em que não estava lendo, estava pensando sobre o enredo da história ou conversando com alguém que já havia lido também.

Não existe nesse mundo pessoa mais apaixonada por histórias de época como eu (de época tipo, antigas, em um geral), e como a história de Rangers se passa em uma era medieval, com cavalheiros, arqueiros e tudo o que a época tem direito, eu me apaixonei pelo livro desde o inicio.

Sempre gostei muito de arqueiros, tanto em Narnia com a Susana, ou Jogos Vorazes com a Katniss, esse livro me fez adicionar mais dois arqueiros a minha lista de preferidos: Halt e Will.

O livro no geral, fala sobre quatro crianças órfãs, que foram criadas como protegidas no castelo, pois seus pais morreram como heróis, cavalheiros ou algo do gênero, entre elas, uma especial, é o pequeno Will, que sempre teve o sonho de entrar para a escola de guerra e se tornar um herói como ele acreditava que seu pai tinha sido (Will era o único protegido que não sabia quem eram seus pais). Mas na época da seleção, o mestre de guerra não o quis para a escola de guerra, e Will ficou tanto quanto desapontado.

Will era bom em escalar arvores, paredes, era bom em se ocultar nas sombras e andar por ai sem ser visto, e foi isso entre outras tantas habilidades que chamaram a atenção de Halt, o arqueiro do feudo, para Will.

Will vira aprendiz de Halt, como arqueiro, e a partir dai começam a acontecer coisas que mudarão a vida do jovem arqueiro para sempre.

Eu amei tanto esse livro, que sou até suspeita de falar a respeito dele com vocês, mas como me sinto na obrigação de dizer se recomendo ou não, devo dizer. Não, eu não recomendo. Por que? PORQUE É O MEU LIVRO, EU SINTO COMO SE ELE FOSSE UM MEMBRO DO MEU CORPO, E EU NÃO QUERO DIVIDIR COM NINGUÉM UM MEMBRO DO MEU CORPO hahah

Falando sério agora, eu super recomendo a leitura não só deste livro, mas como de toda a série Rangers. E ai, algum de vocês já leu? O que acharam?

Brasileirando: Maristela Scheuer Deves

“Apaixonada por livros, Maristela Scheuer Deves escreve desde criança. É jornalista e atualmente trabalha como editora assistente de Variedades no jornal Pioneiro, de Caxias do Sul, onde também mantém o blog Palavra Escrita” -via Skoob.

Maristela é uma jornalista gaucha com três livros publicados até o momento (e são livros incríveis, palavra de critica literária). Confira a sinopse dos três livros.

A culpa é dos teus pais :  Uma jovem aparece assassinada em um camping, com um bilhete ao lado: A culpa é dos teus pais. O que parecia ser um crime por vingança, no entanto, logo se mostra bem mais complicado quando outras mortes ocorrem – embora totalmente diferentes entre si, em todas elas o assassino deixa o mesmo bilhete. A repórter Guisela resolve investigar, e quando descobre a motivação do assassino, sua vida também passa a correr risco…”

O caso do buraco : Durante um acampamento às margens do rio, no campo do avô, os irmãos Rafael e André e seus amigos Saulo, Leandro e Alisson encontram um estranho buraco, que mais parece ter sido escavado para servir de túmulo. No dia anterior, não havia nada ali, eles têm certeza. Embora amedrontados, os cinco meninos ficam curiosos e resolvem descobrir por quem e para que o buraco fora feito. Nessa investigação, eles vão encontrando outros mistérios, algumas pistas e também perigos.

Os deliciosos biscoitos de Oma Guerta : Mariazinha adora os biscoitos e outras guloseimas feitas pela avó, Oma Guerta. Numa das visitas à casa da Oma, ela vai descobrir o segredo que se esconde por trás dessas delícias, numa história mágica que lembra os contos de fada tradicionais.

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Resenha: A Vantagens de Ser Invisível

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Autor: Stephen Chbosky
Editora: Rocco
Páginas: 223
Sinopse: Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.
 
 
SOMOS INFINITOS. É assim que todos deveriam se sentir ao ler esse livro.
Primeiramente devo confessar que vi o filme primeiro, e instantaneamente ele entrou pra minha lista de filmes preferidos.
Comprei no submarino por um preço maravilhoso, mas isso não é história para agora haha
Também devo confessar que achei o filme muito mais emocionante em quesito de encerramento, do que o livro.
Já no restante, o livro realmente me surpreendeu. Cada carta do Charlie, e a descrição de toda aquela dor e aquele trauma. As coisas no livro, é claro, são muito mais intensas do que no filme, já que o filme deveria ser feito para uma faixa etária mais jovem.
No livro, acompanhamos as cartas que Charlie envia a um destinatário desconhecido, e o que eu achei particularmente interessante é que ele não escreve um diário como uma pessoa normal, para poder ler depois e ver como ele evoluiu, mas ao invés disso, escreve cartas e as envia a alguém, que ele acha ser capaz de compreende-lo.
No inicio do livro ele é um garoto tímido, de bom coração e sem amigos, já no final, ele possui diversos tipos de amigos e influencias, mas continua tendo o mesmo bom coração de antes.
E uma dica pra quem acha que é só mais um livro adolescente, bobo e deprimente: Você não poderia estar mais enganado. Ele é muito mais do que isso, te envolve do inicio ao fim, e te ensina valores incríveis.