Resenha | Divergente – Veronica Roth

Primeiramente, devo avisar a todos vocês que esse livro vai ativar TODAS as emoções que você tiver guardadas dentro de si, e também, que a Veronica Roth é tão má e assassina quanto todos aqueles autores que você odeia por serem tão maus.

Pra começar, devo dizer algo de grande importância nesse caso, eu sou uma pessoa muito lenta para ler, levo no mínimo uma semana para ler um livro, mas uma vez algo muito raro aconteceu, eu li Jogos Vorazes em pdf pelo computador em exatamente 16 horas, corridas. Dessa vez algo muito parecido aconteceu, só que pior, eu li Divergente em pdf, pelo celular, em apenas 2 dias. Isso é apenas para vocês terem uma ideia de quão bom e envolvente a história é.

Basicamente o livro conta a história de um futuro distópico, onde a cidade de Chicago é divida em facções, são elas: Amizade, Sinceridade, Abnegação, Erudição e Destemor.

Em poucos casos, membros de uma facção entram em contato com membros de outra facção, isso basicamente só ocorre no governo. Cada facção é encarregada de uma tarefa na cidade, proteção, governo e derivados.

Mas o mais importante a ser citado, é que toda criança, ao completar seus 16 anos, tem o direito de escolher a qual facção ela quer pertencer. Não importa em qual você nasceu, se não se sente bem, ou não se sente merecedor de estar nela, pode mudar livremente, com a noção de que nunca mais verá sua família de novo.

Cada facção tem um processo de iniciação para seus “novatos”, que consiste em três etapas de provas/desafios pelos quais eles tem que passar para provar que são bons o suficiente para serem membros da facção. Caso o contrário eles se tornam “sem-facção”, ou seja, membros rejeitados, os mendigos de atualmente, sem casa, sem comida, sem emprego, sem nada.

Tudo estava indo perfeitamente bem, até Beatrice (Tris), mudar de facção, da Abnegação para o Destemor, e ai tudo começa a mudar de rumo. Em uma certa parte da trama você vai descobrir finalmente o que é Divergente, e porque nossa Tris é uma, não só ela, como também muitos outros personagens ligados a ela, vai descobrir porque ser Divergente é tão perigoso, e porque isso vai definir o futuro de toda a história. Vocês vão conhecer Quatro, o segundo personagem mais importante de todos, o instrutor das atividades da facção Destemor, mas ele não é só isso.

A dor de cada personagem vem até você de uma forma inacreditável, e tudo que eu quis durante todo o livro, foi poder entrar na história e ajudar a salvar todas aquelas vidas, ajudar a evitar a dor, o sofrimento. Antes de terminar o post, só queria admitir uma coisa: eu nunca conseguiria ser tão forte, tão destemida, corajosa e resistente como a Tris foi, ainda mais depois da página 200! hahah

Se eu recomendo esse livro? Não, acho que não, porque o livro é tão bom, que eu quero que a história seja só minha, quero guarda-la no meu pensamento, e nunca mais esquecer (brincadeira, é claro que eu recomendo hahah). E outra coisa, eu chorei muito depois da página 200 também 😦

 ps: nunca estive tão ansiosa por um filme em toda a minha vida.

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