Crítica de Orphan Black: Muito mais do que clones

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Da esquerda para a direita: Beth, Helena, Sarah, Alison e Cosima

A série estreou em março de 2013 e teve sua quinta e última temporada finalizada em agosto de 2017, mas foi apenas em outubro de 2018 que eu conheci essa obra prima da televisão.

Orphan Black é uma série de ficção científica que conta a história de um instituto (DYAD) que cria ilegalmente um programa de clonagem humana, chamado LEDA. Desse programa surgem centenas de seres humanos absolutamente idênticos, que foram espalhados ao redor do mundo.

A vida da protagonista, Sarah Manning, muda completamente quando ela desce de um trem e encontra com uma mulher idêntica a si mesma, Beth Childs, pouco antes da mesma se jogar nos trilhos de trem e morrer. Em um ato de desespero, Sarah rouba os documentos da até então desconhecida e assume sua vida (BIG MISTAKE!). E é aqui que ela nos introduz ao mundo dos clones, a Alison e a Cosima.

E o que falar sobre Tatiana Maslany? Magnificamente a atriz da vida a no mínimo 11 clones diferentes, cada um completamente diferente do outro e único do seu jeito. O núcleo principal é formado pelas “sestras”: Sarah, Helena, Alison e Cosima, além da Rachel, que é a antagonista por ter sido criada pelo laboratório e se achar superior a todos os outros clones, e outras personagens que conhecemos ao longo da história, como a alemã Katja, a manicure Krystal, o transexual Tony e a maga da internet MiKa, todos são interpretados por Tatiana.

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Sarah e Helena descobrem que são irmãs biológicas. As gêmeas são as únicas LEDAS férteis e que se mantiveram fora do sistema e sem monitores durante toda sua vida.

Saindo do clube dos clones, encontramos outros personagens tão importantes quanto as meninas, e que também roubaram nosso coração durante essas cinco temporadas. Entre eles estão Felix, o maravilhoso irmão adotivo da Sarah, com seu sotaque britânico, suas obras de arte e sua fidelidade a causa a qualquer custo; Arthur, ex parceiro da Beth na polícia, um dos personagens que mais ajudou desde a primeira temporada, se não fosse por ele nada teria acontecido; Siobhan, o hino de mãe adotiva da Sarah, que após algumas temporadas se revela uma guerreira feroz, uma mulher imbatível e determinada, uma das melhores personagens da trama; Donnie Hendrix, o marido da Alison, que no começo era só um idiota do subúrbio, mas depois se tornou o suporte e a ancora que manteve Helena e Alison com a cabeça no lugar e vivas; Delphine Cormier, a francesa que chegou para roubar o coração da nossa Cosima, e também para salvar a pátria, tipo, centenas de vezes, entre muitos outros.

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Da esquerda para a direita: Delphine Cormier, Arthur, Siobhan, Paul (outro personagem marcante) e Donnie Hendrix

Orphan Black é mais do que uma série sobre clonagem humana, é uma série sobre amor, sobre família, sobre mulheres idênticas fisicamente, mas completamente diferentes por dentro, que se encontram, e fazem umas das outras suas irmãs, e lutam umas pelas outras como se fossem uma só. Isso é o que torna essa série tão linda, as conexões, os elos entre os personagens e como eles nos levam para dentro da história e nos fazem sentir parte daquela família, daquele clube.

A última temporada nos deu exatamente o tipo de final que eu AMO, sabe aqueles finais bem estilo novela da Globo? Todas as respostas foram respondidas, tivemos um pequeno pulo no tempo e pudemos acompanhar como a vida de cada uma das “sestras” finalmente entrou nos eixos. Helena com seus gêmeos, os quais foram nomeados após os homens da sua vida, Arthur e Donnie, Alison retomando sua vida e vivendo o relacionamento lindo que ela tem com o Donnie, Cosima finalmente em paz com a mulher da sua vida, viajando mundo a fora curando as outras LEDAS e Sarah, oh Sarah, ainda tentando descobrir seu propósito no mundo e aprendendo a ser feliz.

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As “sestras” na última cena, onde Helena lê o livro das suas memórias, que ela nomeou de Orphan Black

Meu coração já esta partido de saudades de uma das melhores séries que eu já tive o prazer de assistir, mas agora tudo que eu posso fazer é recomenda-la para vocês! Espero que gostem, me agradeçam depois haha

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Um estilo de vida chamado ‘Gilmore Girls’

Hoje eu vim falar pra vocês sobre uma das minhas séries preferidas da vida: GILMORE GIRLS (em português: tal mãe, tal filha)!

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O núcleo principal na maioria das temporadas

A série gira em torno da relação entre a mãe, Lorelai Gilmore (Lauren Graham), e a filha Rory Gilmore (Alexis Bledel). As duas vivem na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, onde encontramos personagens bem peculiares e onde se criam histórias incríveis.

Apesar do foco ser na dupla de protagonistas, ao longo das 7 temporadas da série, acompanhamos o desenvolvimento de todo um núcleo de personagens, como os avós da Rory, Emily e Richard Gilmore, socialites dos quais a filha, Lorelai, quer manter a maior distância possível, ou os três mocinhos que roubam o coração da Rory durante a série, Dean, Jess e Logan (um mais lindo que o outro).

Ao passar das temporadas somos apresentados a todos os tipos de cenários, tratando de praticamente todo assunto presente no cotidiano de uma pessoa, assim como família, romance, educação, amizade, ambições e decepções, divisões raciais, religiosas e de classes sociais.

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Da esquerda para a direita: Jess, Dean e Logan. Os namorados da Rory.

Como as próprias personagens diriam ‘Gilmore Girls não é apenas uma série, é um estilo de vida, uma religião’. Eu assisti as 7 temporadas em uma maratona incessável no Netflix, em meados de 2017. Decorei as falas, peguei as manias dos personagens e cantei a melhor música de abertura da histórias das músicas de abertura milhões de vezes.

Gilmore Girls te conquista desde a primeira temporada, e te mantem fiel até a última, ou melhor, até a temporada extra que saiu no Netflix em novembro de 2016, onde podemos ver a vida dos nossos personagens preferidos, anos depois do final de 2007.

Sem mais delongas, assistam ao trailer da série e ao trailer da nova temporada que saiu em 2016, A Year In The Life.

AAAAAAAAAAAH VOCÊS NÃO SABEM O QUÃO ANIMADA EU ESTOU DE COMPARTILHAR MINHA FORMA DE VIDA COM VOCÊS! Assistam, e eu espero que vocês amem tanto quanto eu ❤

Review | A Maldição da Residência Hill

MV5BMTU4NzA4MDEwNF5BMl5BanBnXkFtZTgwMTQxODYzNjM@._V1_ Abram alas para a melhor série de terror da história das séries de terror! A Maldição da Residência Hill estreou no dia 12 de outubro, na plataforma do Netflix.

A série conta a história de cinco irmãos (Shirley, Theo, Nell, Luke e Steven) que cresceram em uma mansão mal-assombrada, e são atormentados por isso pelo resto de suas vidas. Após a morte da irmã mais nova, os irmãos retornam a mansão para lutar com os fantasmas do seu passado, e isso nos proporciona algumas das melhores cenas da série.

Pra começar, a trama se passa em duas linhas de tempo diferentes, uma delas sendo a época em que a família se mudou para a casa, quando os irmãos ainda eram crianças e todo mundo era são. E a outra se passa no ‘presente’, com os irmãos já adultos, fora da casa.

Os cinco primeiros episódios da série nos introduzem a história e as coisas que acontecem na residência, e cada episódio foca em mostrar como cada um dos cinco irmãos viu os acontecimentos, lidou com a experiência traumática e seguiu em frente. Esses episódios abordam assuntos extremamente importantes e delicados, como assédio, vício e saúde mental. A-MAldição-da-Residência-Hill-Família-CrainTodo o elenco, tanto o infantil quanto o adulto, foi excepcionalmente bem escolhido, e os atores conseguiram com maestria nos envolver e nos trazer para perto, ou até mesmo para dentro da história. Nós nos apegamos, amamos e sofremos junto com cada personagem.

Após os cinco primeiros episódios focados em cada um dos irmãos Crain, o restante da temporada se desenrola ao redor da casa em si, em sua história e no que aconteceu na noite em que os Crain fugiram da mansão e que Olivia (a mãe) se suicidou.

Eu, Fernanda, odeio terror, e admito que nunca gostei tanto de uma série e me senti tão mal com o final quanto com A Maldição da Residência Hill. Eu sinto saudades, quero saber mais, chorei com a morte dos personagens, fiquei de queixo caído com as revelações dos últimos episódios, e sinceramente, gritei em VÁRIAS partes de tanto medo. Então, acho que só me resta falar uma coisa: ASSISTAM A MALDIÇÃO DA RESIDÊNCIA HILL, AGORA! Se você ainda não assistiu, não sabe o que esta perdendo.

Review | O Mundo Sombrio de Sabrina

     Vocês já ouviram falar da nova série do netflix que viralizou no mundo todo? Eu estou falando de O Mundo Sombrio de Sabrina, e se você ainda não ouviu, agora é a hora!
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     Primeiramente é importante ressaltar que sim, essa é uma série inspirada em Sabrina, a bruxa adolescente, aquela série que a gente via na Globo quando eramos bem novinhos e que teve filme, desenho animado e tudo que tem direito. Só que essa versão, como já diz o nome, explora uma história beeeem mais dark e assustadora.
     A série conta a história de Sabrina Spellman, interpretada pela MARAVILHOSA Kiernan Shipka, que nas vésperas de seu aniversário  de 16 anos, tem de tomar a maior decisão da sua vida, escolher entre o mundo das bruxas e o mundo dos mortais. Isso porque a Sabrina é filha de um bruxo com uma mortal.
     Vou começar dizendo que a fotografia dessa série é de tirar o chapéu. Sério, eu como leiga que sou, que entendo tanto quanto qualquer pessoa, talvez um pouco mais, sobre paleta de cores, ângulos e etc, posso dizer que aplaudi de pé a fotografia de Sabrina. Eles utilizaram na maioria das cenas uma técnica (que eu obviamente não sei o nome), que desfoca as laterais do vídeo, focando apenas no centro da tela. Confesso que no começo isso me deu um pouco de labirintite, mas com o passar dos episódios percebi que ainda deixava a série com um ar mais sombrio e assustador.
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     A paleta de cores e os tons usados também ajudaram muito a manter aquele clima de suspense e terror, eles focam muito no preto e no vermelho vibrante, deixando todas as outras cores menos saturadas e mais no segundo plano.
     Como eu era muito pequena, não me recordo direito se todos os personagens de o Mundo Sombrio de Sabrina estavam em Sabrina a bruxa adolescente, mas sei que pelo menos o grupo principal se manteve o mesmo. Sabrina, Hilda e Zelda Spellman, Harvey e Salem são personagens que continuam conosco desde a série de 1996, fora outros personagens incríveis que vão se desenvolvendo com a trama.
     No fim das contas eu assisti toda a primeira temporada em questão de dias e só posso dizer que super indico essa série pra todos vocês. O elenco, o enredo, a trilha sonora então, AH, é incrível! Fora as dezenas de cenas FENOMENAIS e BEEEM assustadoras que vão te fazer sonhar com Sabrina durante a noite.
     E um bônus disso tudo ainda é que futuramente teremos um crossover de Sabrina com nada mais, nada menos do que RIVERDALE! SIIIIM. E então, o que vocês estão esperando pra correr pro NETFLIX e maratonar essa série maravilhosa?

4 Motivos Para Assistir STRANGER THINGS

Hey pessoal! Tudo bem com vocês? Como vocês já sabem, eu viajei pra SP no fim de semana passado, e na volta, passei pela casa de um amigo em São Leopoldo, um amigo tão viciado em séries quanto eu, que conseguiu me convencer, após horas em um avião e morrendo de sono, a maratonar a primeira temporada da nova série do Netflix, STRANGER THINGS.

E cá estou eu nessa quarta-feira para indicar pra vocês mais uma série original Netflix que roubou meu coração e entrou pra minha lista de séries favoritas.

  • MOTIVO Nº 1: O ENREDO

strangerthings-1280jpg-19acd4_1280w.jpgA série se passa no ano de 1983, na cidade de Hawkins, Indiana, onde em um dia como outro qualquer, um garoto some misteriosamente e a partir de então nada mais é o mesmo.

A trama é tão envolvente e duvidosa, que na maior parte do tempo você nem sabe mais no que acreditar ou não, ou no que é real ou não.

  • MOTIVO Nº 2: OS PERSONAGENS/ O ELENCO

starnger-things-kids.jpgQuando você imagina uma série de terror e suspense, você NUNCA imagina crianças como protagonistas dessa série, e mesmo se você conseguisse imaginar, jamais imaginaria que a história continuaria tendo o mesmo peso de terror e que essas mesmas crianças seriam tão incríveis e importantes no enredo.

Desde o trio de amigos que revira o mundo e faz qualquer coisa pra recuperar Will, seu quarto integrante, até sua nova amiga telepata Onze, essas crianças e seus personagens são carregados de personalidade e de um talento nato. Além é claro, da rainha Wimona Ryder que colocou um peso e um sentimento imenso na sua personagem.

  • MOTIVO Nº 3: AS REFERÊNCIAS

hobbit-LOTR-referencia.jpgÉ praticamente impossível ler o nome da série sem ler algo relacionado as suas referências.

Como a série se passa nos anos 80, muitas coisas dessa época são citadas e mostradas durante os 8 episódios da série. Coisas essas como Senhor dos Anéis, Hobbit, Star Wars, X-men e filmes como ET, Poltergeist, entre outros.

  • MOTIVO Nº 4: UMA SÉRIE PRA TODOS OS PÚBLICOS

Quem nunca quis assistir uma série que amava com o namorado, ou com a namorada, mas não pôde porque a série era “de menina”, como Gossip Girl, ou Pretty Little Liars, ou “de menino como sei lá, qualquer série muito violenta, com tiros e carros?

Então, com Stranger Things esse problema não irá existir. A série é aquele coringa estilo Sense 8 e The 100, que pode ser assistida e vai certamente ser amada por todos e todas.

E só tenho mais uma coisinha a declarar: Pra todo mundo que fala mal da série devido a seu sucesso repentino, pelo amor que as pessoas estão sentindo por ela e expressando nas redes sociais e chamando a mesma de MODINHA, sem nem mesmo ter assistido um episódio, só desejo boa sorte, muita boa sorte em tentar se tornar um ser humano bacana, que entende que quando uma grande massa de pessoas gosta de algo dessa forma, é porque a coisa é boa e merece atenção, e não porque o povo é um bando de Maria vai com as outras. Valeu!

 

Throwback PLL

Olaaaa! Tudo bem com vocês? Eu espero muitíssissimo que sim! E que o domingo de vocês esteja tão ensolarado e bonito quanto o meu (tentando ignorar o fato de que amanhã voltam as aulas).

Hoje o clima acordou super gostoso, quente, mas com ventinho bom, cheirinho de grama cortada (ou pode ser da minha imaginação, sempre imagino cheiros para alguns cenários específicos) e todo mundo de bom humor.

E eu não sei porque, SEMPRE que chega o verãozinho e esse tipo e clima começa a aparecer, eu começo a me lembrar da primeira temporada de Pretty Little Liars, e começo a sentir como se eu estivesse vivendo nela.

Não sei se da pra sentir bem isso tudo somente assistindo a série, mas como eu também li os livros, conheço bem toda a sensação que o comecinho nos passa, cada aroma, cada paisagem. E nossa, como isso me lembra PLL.

Hoje eu vim trazer pra vocês um misto de coisas antigas relacionadas a série, a aparência dos personagens, uma playlist com algumas das músicas que mais me lembram o comecinho de tudo, e é claro, algumas cenas que podem te transportar pra aquela época também.

Vamos lá?

Flashbacks 

E a melhor demonstração possível de como eu AMO Rosewood e da sensação gostosa que eu sinto só de conectar esse clima a aquela cidade é essa:

Playlist (nossa ouvir essas músicas me leva pra um mundo paralelo) ♥

Os personagens 

1150387_464331597006984_223732884_nIsso é tão primeiro episódio ♥jgguEntão é isso pessoal, como vocês sabem, Pretty Little Liars é a minha série preferida EVER e eu super recomendo que todo mundo que ainda não assistiu, assista. E também recomendo que quem só viu a série leia os livros, a história pode ser conectada em algumas partes, mas é EXTREMAMENTE diferente da série, também vale a pena ♥

Beijoooos!

Eu assisti: PLL 06×07 (Oh Brother, Where Art Thou)

Olaaaaa! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim! O que estão achando do layout novo? Eu estou particularmente, e super modestamente, amando esse meu cantinho novo aqui na internet, e estou super feliz por finalmente poder usa-lo para me comunicar com vocês.

Enfim, hoje vim fazer um tipo de post que não faço a muito, mas muito tempo, um Review de série. O último review que eu fiz pra vocês foi do bombástico 1º episódio da 6ª temporada de Pretty Little Liars, e hoje, depois de 6 episódios ALUCINANTES estou aqui de volta pra falar da confusão que isso tudo esta virando.pretty-little-liars_0Indo direto ao assunto para não levar 15 dias com esse post: Vocês que estão lendo esse post e que leram o post anterior sobre o episódio 1 provavelmente já estão beeem por dentro de quem é Charles D. e das poucas e boas que ele anda aprontando em Rosewood. Pois é. Minha cabeça ainda não pegou esse ritmo acelerado da nova fase de Pretty Little Liars.

Agora -A é alguém realmente interessante, com um passado sombrio e triste, e que realmente tem um motivo muito bom para se vingar da Ali, do Jason, e das meninas. Inveja, talvez? Por eles terem tido uma vida que ele nunca teve a chance de ter?

Charles D. é nada mais nada menos do que o filho mais velho dos pais da Ali, ou seja, irmão mais velho da Ali e do Jason. Quando descobrimos sobre a existência dele, descobrimos que ele passou a vida toda trancafiado em um hospício por ter problemas psicológicos, e que se suicidou com 16 anos. #SÓQUENÃO!

Anos depois nosso querido irmãozinho esta de volta, pelo que todos acham, aterrorizando a vizinhança e contando pra todo mundo, sem medo, quem ele é e pra que ele veio.

Nesse episódio, que como todos os anteriores deixou meus pelos da nuca arrepiados, Charles convida seu pai e seu irmão para uma suposta “festa” para celebrar o seu aniversário. O papi D. obviamente foge, levando Ali consigo para mante-la em segurança, mas Jason resolve traçar outros planos.JANEL PARRISH, ASHLEY BENSON, LUCY HALE, TROIAN BELLISARIOAs meninas descobriram que estão sendo rastreadas por um chip, e fazem uma sessão cirúrgica com a Dra. Hanna formada em Greys Anatomy, para retirar os chips e poderem acompanhar Jason aonde quer que ele esteja indo para encontrar com Charles.

Como descobrimos no 06×06 Sara também é gay, e acaba rolando altos beijos entre ela e a Em. O que acontece depois é a típica cena do ciúme, quando Sara reencontra uma amiga dos tempos pré-cativeiro e se envolve em uma conversa super cativante.

Aria continua demonstrando seu desejo um tanto quanto doentio e psicopata por bonecas, e você pode ver ela entre uma cena e outra tentando degolar a boneca dos outros (tipo, O QUE?). Mike chora, com aquela beleza sem igual, e desabafa com a irmã sobre como Mona vem evitando ele desde que voltou do mundo dos mortos.

Hanna ganha uma bolsa de estudos em uma universidade (uhul!) e fica toda doentia pesquisando de onde o dinheiro pode ter saído, porque nada em PLL pode ser simples como simplesmente receber uma bolsa de estudos, não é mesmo?

Não desfrutamos da incrível beleza de Caleb Rivers e Ezra Fitz nesse episódio (cry a river). Mas pra compensar temos nosso Toby, que voltou do retiro cheio de amor pra dar e de vontade de proteger a namorada. Pena que no final ele acaba ficando bem… “feliz” com a situação hahaha

E pra finalizar, Ali acaba fazendo a coisa que ninguém nunca faz, mas que todo mundo deveria fazer: chamou a polícia! Será que a polícia descobriu quem é Charles Dilaurentis e quem é -A? #ÓBVIOQUENÃONÃOSEIPORQUEAINDATENHOESPERANÇA